Um dos grandes destaques do Tribaltech Festival, que acontece no próximo dia 28 de agosto em Curitiba é o americano Curtis Jones, mais conhecido como Green Velvet. É com certeza, ao lado de Tristan, Italoboyz, Ahmet Sendil, Pedra Branca, Lovefoxxx e Céu um dos nomes que me fazem sentir novamente a ansiedade para uma festa.
Ansiedade essa pela mudança que a T2 está fazendo no cenário eletrônico local e até mesmo nacional (já que teremos uma edição paulista uma semana antes da curitibana). Mudanças essas que no ano passado sofreram várias críticas de frequentadores que “opinaram” antes de conhecer e que quando conheceram o real projeto do núcleo se transformaram as críticas em elogios.
Com a “elevação” para o status de festival, a já conhecida Tribaltech cedeu mais espaço para outros estilos musicais e para a arte audio visual, resta agora sonhar para que em um futuro próximo se torne um festival de vários dias.
Voltando ao assunto principal deste post: Green Velvet. Se você não conhece esse projeto leia abaixo um release retirado do site do Tribaltech e veja o video de uma apresentação do americano em Ibiza.
Green Velvet, nome inicialmente criado por Curtis Jones para seus projetos sem vocais e para suas freqüentes apresentações como DJ, acabou crescendo e se tornando mais popular do que o homem por trás do mito. Com suas músicas contagiantes e refrões inegavelmente divertidos, Green Velvet vem, desde 1993, emplacando hits como La La Land, Preacher Man, The Stalker e Answering Machine. É sem dúvida, um dos maiores DJs de techno do mundo. O americano Green Velvet já esteve no Brasil várias vezes com apresentações memoráveis em 99 na U-Turn, no Skol Beats com seu projeto ao vivo com a banda The Rejects e no Skol Beats de 2003. Sua ultima apresentação foi no ano de 2005. Apaixonado pelo público brasileiro, por ser um povo “explosivo”, Velvet imprimiu sua marca na house music com seus recursos percussivos e sua singular contribuição vocal às composições. Seu som agrada vários clãs por misturar o house de Chicago com o techno e o break beat atuais que costuma fazer qualquer pista delirar.
Saiba mais:
Site oficial
www.green-velvet.com
Myspace
www.myspace.com/greenvelvet
veja o video completo: www.dancetrippin.tv
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Em sincronia ao Ano Internacional da Biodiversidade declarado pela ONU
Namorados, solteiros, casados, enrolados, porém todos amantes da música eletrônica se reuniram no último dia 12 de junho na Magnetronic para acompanhar o renascimento da cena em Santa Catarina. O local escolhido para essa celebração foi o Life Club que ganhou ares de festival graças às mãos do catarinense Belém, do Sound System, das apresentações do circoloko e ao line up escolhido a dedo pelos organizadores.
A decoração foi o grande destaque da Magnetronic, com muitos panos e luz negra, Belém o modificou totalmente o visual do clube catarinense, o público de pouco mais de duas mil pessoas já era surpreendida com essa arte – que ultimamente está se tornando cada vez mais rara nas festas – logo na entrada. Um tecido na forma de “escamas” dava a sensação de que éramos envolvidos pelo mesmo e como se estivéssemos passando por dentro de um túnel até chegar ao solo sagrado – a pista de dança.
Enquanto o trio do The First Stone – formado por Gustavo Manfroni (Burn in Noise), Swarup e DJ Zumbi – tocava suas tracks o pessoal do circoloko se apresentava no centro da pista com suas fantasias e seus malabares de neon e fogo o que com certeza, fez muitas mentes entrarem no disco voador formado pela união da decoração e luzes e ficassem fora de órbita por alguns momentos.
A festa foi dividida em duas partes, a primeira contou com Swarup, Burn in Noise e The First Stone como os headliners, Xpiral e também com o ‘locais’ Cassiano Cruz, Overclock, Anjinho e Bresciani. O full on groove era a preferência dos DJs na hora de tirar o CD de suas cases ou no live com seus MACs ou PCs. A noite acelerada foi dando lugar a luz do dia e ao low BPM e assim iniciava-se o “after party” com destaque para o b2b entre Alex Full e Tomaz que contagiaram os “sobreviventes” com tracks que iam de Felguk a Neelix.

Paixão a primeira “ida”, é exatamente esse o sentimento que tenho com a paulista Respect. Já havia lido e escutado comentário sobre a festa, mas fui pela primeira vez na edição de Março/10
A próxima edição já está marcada \o/, será no dia 14.08 – que presente de aniversário (15) - para quem nunca foi em uma Respect fica o convite. Para quem já foi não é necessário esse convite pois já sabe muito bem o que representa essa festa. O line up desta edição já foi divulgado, veja abaixo, meus destaques ficam por conta de Onion Brain (Prog Dark que conheci no UP#10), Man 2 Deep, Zaghini, 2012, Xibalba, Caramaschi, Odisseo… ahhhh vale a pena abrir e fechar a festa.


Após quase sete anos, conhecendo pessoas, cidades e aprendendo um pouco mais sobre o mundo eletrônico chegou a hora de “abandonar o barco”. Talvez esteja ficando velho para continuar freqüentando as festas, muito seletivo ou talvez, como diz minha mãe, criando juízo – prefiro acreditar que seja a última opção –.
Para mim esse ‘crescimento’ teve suas vantagens para o cenário como o surgimento de núcleos sérios e com isso abrindo uma concorrência em busca de se organizar “a melhor festa”, porém surgiram também núcleos formados por pessoas que vêem as festas apenas como uma possibilidade de ganhar dinheiro fácil. Esse boom também foi o responsável pela inclusão de pessoas que viram as raves apenas como um local ‘livre’ para o consumo de drogas, alguns inclusive se vangloriam em redes sociais por terem tomado ‘x’ doces e ‘y’ balas em uma só festa.
Continuarei freqüentando algumas festas como a
Até que ponto a religião pode servir de pretexto de perseguição e/ou preconceito? Há anos vemos Palestinos e israelenses guerreando por uma "Terra Santa"; atentados são feitos em nome de Deus, Alá... Pessoas, Estados e instituições utilizam o nome de sua fé apenas para seu próprio benefício, acusam outras culturas - sem muitas vezes a conhecerem - e quando são criticadas se dizem vítimas de perseguição religiosa.
Ônibus tomaram conta das ruas, impedindo que moradores saíssem ou chegassem em suas casas, além do trânsito o evento deixou uma enorme quantidade de lixo nas areias das praias. A organização do evento se defende dizendo que a prefeitura sabia do tamanho do evento, a prefeitura por sua vez afirma que foi anunciado um público de 100 mil pessoas. O que o jornal fez foi mostrar esse caos em suas páginas, a emissora presidida pelo bispo Edir Macedo (dono também da Igreja Universal) se sentiu ofendida e perseguida com algumas palavras e fotos utilizadas nas matérias. 