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quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Os Mutantes, 33 anos depois.

Mutantes lançam primeiro disco com músicas inéditas desde 1976

Um disco novo dos Mutantes, só de canções inéditas, acaba de chegar às lojas. Não ouvíamos uma frase assim há 33 anos, desde que a mitológica banda paulistana, então contando só com o guitarrista Sergio Dias de sua formação original, lançou o fracote "Mutantes ao Vivo" (1976) --que, apesar desse "ao vivo", não repetia repertório antigo.

A ansiedade gerada por um produto com essa grife, a mais importante da história do rock brasileiro, trabalha contraditoriamente a favor e contra seu lançamento. Ao mesmo tempo em que o selo Mutantes abre portas em todos os cantos do planeta, o respectivo som precisa ser taludo e potente ao extremo para fazer jus ao que se espera dele. E espera-se muito.

É justamente desse mal que padece "Haih... or Amortecedor", o novo álbum da banda --que, desta vez, tem Sergio Dias e o baterista Dinho Leme dos Mutantes originais.

Lançado por enquanto apenas no mercado americano e sem previsão para ganhar edição nacional, poderia ser considerado um bom álbum se sua capa estivesse assinada com o nome de outra banda.
Mas vem sob a marca sagrada dos Mutantes e, pobre coitado, precisa responder pelo legado tropicalista de alguns dos momentos mais geniais de Rita Lee, de Arnaldo Baptista e do maestro Rogério Duprat.

Não à toa, "Haih..." é revestido de referências aos Mutantes dos melhores tempos, entre 1967, quando estrearam no Festival da Record ao lado de Gilberto Gil, e 1972, último ano de Rita na banda.
Mas tais elementos estéticos, tão característicos daquele momento histórico-cultural, aparecem com certa obsessão no disco de 2009. Parecem ter sido procurados, milimetricamente calculados e decalcados do passado glorioso para o agora.

Como careciam da genialidade amalucada de Arnaldo Baptista (e não dispunham dela), os novos Mutantes foram atrás de outro gênio maluco para colaborar nas letras. Tom Zé assina seis das 11 neste trabalho. E começa o desfile dos clones.

O mesmo clima de "caipirrock" psicodélico de "2001", parceria dele com Rita gravada em 1969, volta sem disfarce em "2000 e Agarraum" --agora assinada com Dias.

O gago de "Qualquer Bobagem", outra parceria original de Tom Zé com os Mutantes em 1969, retorna em "Anagrama".

Agora, só gagueja nas últimas sílabas de cada verso.

O espírito latido de "Cantor de Mambo" é autoplagiado em "Samba do Fidel". "Nada Mudou" remete diretamente a "Fuga nº 2" (1969); "Neurociência do Amor", a "Tempo no Tempo" (1968).

Faltava equivalente para "Minha Menina", o samba rock de Jorge Ben que a banda lançou, com o autor ao violão, em 1968. Entra aqui "O Careca", do mesmo Jorge Ben --agora Jor.

Os novos Mutantes, ficou claro, são muito fãs dos Mutantes originais. Só falta a eles o principal: a originalidade.

Marcus Preto – Folha de São Paulo (30.09.2009)

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sexta-feira, 17 de julho de 2009

Jack White lança superbanda crua e agressiva

Tá ai um CD que fiquei curioso para escutar…

Conhecido como o líder das já consagradas White Stripes e Raconteurs, o roqueiro Jack White se lança como baterista de mais um projeto paralelo, desta vez com uma cantora na linha de frente. A voz do The Dead Weather é Alison Mosshart, vocalista da dupla The Kills. É ela quem dá o tempero sexy à sonoridade sombria da superbanda que inclui ainda Jack Lawrence, do Raconteurs, no baixo, e Dean Fertita, do Queens of the Stone Age, na guitarra. "Horehound", disco de estreia do grupo que sai esta semana pelo selo Third Man Records, mistura a agressividade do hardcore e a crueza do blues com personalidade própria. Canções como "Treat me like your mother" e "So far from your weapon" lembram a sonoridade de bandas como Rage Against the Machine e Bad Brains.

Fonte: G1

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VA – Prepare (Trancedownloader)

Faltam poucos dias para os admiradores da música e cultrura trance, sujarem seus pés e roupas em uma das maiores festas eletrônicas do país. Na edição do próximo dia 18.07, batizada de Tribe Light, a festa conta com nomes como Neelix, Oliver Huntemann, Beckers, Pixel, Hugo, Growling Machines entre outros TOPS internacionais e brazucas.

E para já ir se preparando para o evento o site trancedownloader.ru montou uma coletânea reunindo as principais tracks dos DJs que estão presentes no line-up da Tribe Light. Ótima sugestão para ir ouvindo a caminho da festa.

Informações:
Artist.........: VA
Album..........: TranceDownloader Prepare - Tribe Light
Genre..........: Psychedelic / Progressive / Techno
Source.........: CD
Year...........: 07.07.2009
Ripper.........: EAC (Secure mode) / LAME 3.92 e Asus CD-S520
Codec..........: LAME 3.97
Version........: MPEG 1 Layer III
Quality........: Extreme, (avg. Bitrate........: 300kbps)
Channels.......: Joint Stereo / 44100 hz
Tags...........: ID3 v1.0, ID3 v2.3

CD 1 – Main Stage - Size...........: 189,91 MB
01. (07:10) 220v - Why Am I Doing This
02. (09:01) Krunch - Fuel Off V2
03. (06:59) Growling Machines - A.gain
04. (07:41) Growling Machines - Balloon
05. (07:59) Pixel Vs Domestic - Deep And Down
06. (06:50) X - Noize - By Any Means Necessary (Rmx)
07. (06:50) X - Noize Ft Guy Salama And Tom C. - Loosing Control
08. (08:47) Cosma - People On Hold (Psysex Rmx)
09. (08:36) Neelix - You're Under Control (Re - Edit)
10. (05:28) Felguk - Galaxy Traveler (Neelix Rmx)
11. (09:56) Ace Ventura - Genesis
12. (08:58) Ace Ventura - Winter Solstice

CD 2 – Tribe Club - Size...........: 205,48 MB
01. (06:55) Propulse - Almatech
02. (07:02) Propulse - Glass Point
03. (09:13) Matt Star - Kuhle Fliege (Hugo Rmx)
04. (07:15) Darius Syrossian And Nyra - Karaj (Hugo Rmx)
05. (06:16) Oliver Huntemann - Krake
06. (10:20) Oliver Huntemann - Rikarda (Paul Ritch Rmx)
07. (08:04) Gabe - Sea Monster
08. (07:19) Gabe Vs Riktam - Simple Jack
09. (08:20) Layo And Bushwacka - Landb 21
10. (08:16) Layo And Bushwacka - Strictly Landb
11. (06:34) Depeche Mode - Peace (Beckers Rmx)
12. (07:25) D - Nox - Cala A Boca

Para baixar esse VA acesse o trancedownloader.ru

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quarta-feira, 1 de julho de 2009

Disco-samba-jazz-techno

Primeiro álbum de Renato Cohen traz preciosismo e riqueza musical para a música eletrônica

Sempre enxerguei o nosso querido Renato Cohen como um perfeccionista. Cuidadoso em seu trabalho, consciente e auto-crítico, sem se deixar seduzir pelo lado cheio de pompa que a música eletrônica às vezes tem e por seu próprio sucesso, Renato sempre levou esse esmero, capricho e preciosismo para suas produções e para seus sets. E ano ia, ano vinha e o tão comentado (e aguardado) primeiro álbum do Cohen estava sendo lapidado em seu estúdio, enquanto a gente morria de curiosidade do lado de fora.

Finalmente, saiu essa semana, o álbum Sixteen Billion Drum Kicks, lançado pela Sino Records - selo do francês Charles Siegling, pessoa por trás do projeto Technasia e velho amigo e parceiro de Renato. O disco pode ser considerado seu trabalho mais pessoal, e reflete um pouco do rico universo musical que Cohen vive e respira. Ele sempre deixou bem claro que fora do trabalho e dos clubes, o que ele ouve mesmo é o bom e velho jazz, assim como funk e disco - que garantiram aquela levada cheia de suíngue e groove em suas produções que fazem a gente reconhecer a música do Renato em qualquer pista do mundo.

As participações especialíssimas de nomes como o mestre do Samba Rock Marku Ribas e a lenda do samba Bocato apontam essa vontade de Renato de oferecer algo mais do que um simples disco de música eletrônica e proporcionou aos ouvidos uma experiência musical que reuniu (e transcendeu) diversos estilos, culturas e gerações.

No meio de tanta segmentação, o disco vem na contramão ao oferecer sonoridades diferentes que influenciaram a música de Renato e é um sopro de frescor nesse caldeirão de música pasteurizada que bombardeia nossos ouvidos todos os dias. Ao invés de ceder ao que a imprensa elegeu como o "som do momento", Cohen simplesmente preferiu manter-se fiel ao que gosta e acredita, e o tempo provou que essa honestidade se tornou seu grande diferencial.

Quem tem conferido seus últimos DJ sets, tem visto um Renato Cohen cheio de vontade de tocar, se divertir e surpreender. Noite dessas no Clash em São Paulo, foram horas daquele techno e house incendiários que o fez conhecido, mas com momentos de muita gente boquiaberta na pista com obscuridades da disco que ele soltou no meio do seu set. E quando me preparava para sair do clube, ouço uma faixa familiar com uma voz aguda e anasalada gritando das caixas de som do clube... era "Ring my Bell" de Anita Ward! Sim, era mesmo aquele clássico do final dos anos 70, que embalou muitos passinhos nos tempos do Studio 54. Passada.

Renato contou que a partir de 2003 "quando comecei a tocar muito na Europa, passava meses em Berlim, e todas as lojas de lá tinham uma seção de reedições da disco. Eu comprava um monte desses discos por puro vício, nunca pensei em tocar isso num clube, ainda mais no meio de um set de techno".

Muita coisa mudou no cenário musical de uns anos para cá, com a internet e o mp3 democratizando o acesso à música. Isso permitiu às pessoas uma gama maior de opções, de informação, e um gosto musical bem mais eclético, "há 10 anos atrás, seria impossível fazer um álbum como o meu, que vai do techno ao samba jazz" diz Cohen.

A espera valeu a pena e o disco veio em hora certa. Sixteen Billion Drum Kicks é desde já um dos meus lançamentos favoritos do ano e promete ser mais um marco na história cheia de sucessos desse produtor e DJ brasileiro que enche a gente de orgulho.

Tracklist:
01. Mágica (feat. Technasia)
02. Cosmic Man (feat. Technasia & Marku Ribas)
03. Samba Who (feat. Technasia & Igor Willcox)
04. Acida (feat. Technasia)
05. Jaxx (feat. Technasia)
06. Power
07. Street Dancer (feat. Technasia)
08. Shout (feat. Technasia)
09. Summer Rain
10. Corazón
11. Sunrise (feat. Technasia & Erik Escobar)
12. Pontapé Jazz (feat. Bocato and New Samba Jazz)
13. Cultura Em Constante Movimento (feat. Technasia)
14. Bonus track: Jaxx (90's Mix)

Quer mais informações?
www.myspace.com/renatocohen
www.technorient.com

Por Eli Iwasa - djmag

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sexta-feira, 12 de junho de 2009

Raízes

Minimal Nation, um dos discos mais influentes do techno, relançado no dia 15 de junho.

Nessa onda toda de minimal, pouca gente olhou para trás na história do techno e enxergou as verdadeiras raízes do estilo que dominou as pistas - as capas de revistas, sites, cases e até toalhas de banho aparentemente - mundo afora. Não, ele não nasceu em Berlin. Muito menos em 2004. Por falta de informação (e ninguém tem obrigação de nascer sabendo, especialmente quando o assunto é música), já ouvi disparates que fizeram meu pobre coraçãozinho parar por alguns segundos.

Volte uma década e meia, em plena Motor City, Detroit, Estados Unidos.

Em 1994, foi lançado o álbum considerado o marco zero do minimal - em que o lema de "menos é mais" foi levado às mais radicais interpretações com loops e bases rítmicas despojadas de qualquer excesso. Mais do que um disco, o "Minimal Nation" de Robert Hood, foi uma grande manifestação artística e uma declaração do caminho que Hood queria imprimir dentro do techno - seu caráter inovador e sua busca pelo ritmo perfeito incorporaram essa vocação do estilo de sempre olhar para frente e buscar novas perspectivas. E ao contrário dos recentes lançamentos de "minimal" que invadiram os charts e de certa forma, banalizaram o techno ao usarem e abusarem de fórmulas e sonoridades consagradas, as músicas de "Minimal Nation" privilegiavam o experimentalismo, funk, o groove, a alma do estilo, porque nunca esqueceu que era afinal de contas, música para dançar.

É a alma do techno feito em Detroit guiava as produções dessa geração de produtores - Hood, ao lado de seus companheiros no lendário grupo Undergound Resistance Jeff Mills e Mad Mike, assim como Derrick May e Juan Atkins - ajudou a abrir fronteiras, incorporando acid, elementos de industrial e house de Chicago em suas produções, aliados ao conteúdo político e questionador do UR, e influenciou toda uma safra de artistas que veio a seguir - Richie Hawtin e Surgeon entre tantos e tantos DJs e produtores que incansavelmente, citam Hood e seus contemporâneos de Detroit.

Agora não tem mais desculpa - no dia 15 de junho, será lançado uma edição especial de "Minimal Nation", agora também no formato digital e em CD, completamente remasterizado e com a faixa bônus "SH-101", ainda inédita e produzida nas sessões de estúdio originais do disco e um CD mixado por Hood. É daqueles álbuns obrigatórios para qualquer discoteca, que vai surpreender muita gente com sua sonoridade tão inovadora, criada há 15 anos atrás. Não foi à toa que na ocasião de seu lançamento, o Minimal Nation pavimentou uma grande mudança na direção do techno, e é considerado hoje, um dos discos definitivos da história da música eletrônica.

Tracklist:
1. One Touch
2. Museum
3. SH-101 (unreleased)
4. Rhythm Of Vision
5. Unix
6. Ride
7. Station Rider E
8. Self Powered (previously on test pressing only)
9. Sleep Cycle
10. Rhythm Of Vision (original)

Quer saber mais?
http://www.myspace.com/hoodrob

Texto: Eli Iwasa - djmag
Foto: www.flickr.com/photos/ultraberlin

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terça-feira, 9 de junho de 2009

Edições especiais celebram 40 anos de Woodstock

Box com seis CDs, além de nova versão de documentário, revivem polêmicas e resgatam momentos e faixas nunca antes divulgadas

Duas recheadas produções marcam o aniversário de 40 anos do lendário festival Woodstock: a nova versão do DVD Woodstock: 3 Days of Peace and Music e a caixa com seis CDs Woodstock - 40 Years On: Back To Yasgur's Farm.

Com lançamento nesta terça-feira, o DVD na versão The Director's Cut se impõe como o documentário definitivo do evento histórico ocorrido em 1969. Já a caixa com os CDs reúne todos os grandes e médios nomes da celebração flower power, seguindo a ordem cronológica dos shows e mantendo a interação dos artistas com o público durante as apresentações.

Joe Cocker, Johnny Winter, inéditas de Arlo Guthrie e do Mountain, Jimi Hendrix, The Who, Jefferson Airplane e Creedence Clearwater Revival são algumas das pérolas entre os dinossauros do rock. A intenção da gravadora Rhino e dos produtores Andy Zax e Mason Williams foi ser o mais fiel possível ao espírito do evento, por isso a masterização é cristalina, e, a edição, comedida.

Ao todo, 38 das 77 faixas são inéditas, todas tiradas dos rolos originais, e o lançamento, que vem com encarte caprichado trazendo todo o set-list, está previsto para 18 de agosto.

Fonte: skolbeats

Veja também: Novo filme de Ang Lee revive invasão hippie no festival de Woodstock

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terça-feira, 19 de maio de 2009

Kalyl Moreira - Everybody As One

Kalyl Moreira nasceu na histórica cidade de Poços de Caldas (MG) e atualmente reside em Navegantes (SC). Foi com seus 15 anos de idade que começou sua história com a música, atuando em diversas bandas como guitarrista e vocalista.

No ano de 2006 foi quando começou a estudar produção de música eletrônica juntamente com seus amigos, que acabou dando origem ao projeto Alkaline (fullon). Logo em seguida, no ano de 2007 lançou seu projeto solo Cherokee (fullon).

Em 2008 buscava novas experiências com a música eletrônica em um novo Live, que mescla estilos comotechno, house, minimal, electro e trance.

Neste ano Kalyl lançou seu primeiro álbum com o projeto Cherokee, "Time 4 Dance" pela gravadora Alemã Psytropic Records, disponível no Beatport. E também seu primeiro Promo na internet com o projeto Kalyl Moreira "Everybody as One".

Myspace........: http://www.myspace.com/cherokeebr

Everybody as One

Tracklist:
01. Connecting
02. Side By Side
03. You're Crazy
04. Hypnosis
05. Be Yourself
06. Blue Light
07. Everybody As One
08. Single Point
09. Stimulation

Links:
Rapidshare: http://rapidshare.com/files/234704679/kalyl_moreira_-_everybody_as_one.rar
Filefactory: http://www.filefactory.com/file/ag04821/n/Kalyl_Moreira_-_Everybody_as_One_rar

P.S. Esse album foi "upado" pelo próprio Kalyl.

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terça-feira, 12 de maio de 2009

Simian Mobile Disco prepara segundo álbum

Eles estavam sumidos, mas ensaiam barulhento retorno com uma porção de convidados ilustres

As coisas andavam muito mornas e silenciosas para James Ford e James Anthony Shaw, dupla que forma o projeto dance-rock Simian Mobile Disco. Depois da ótima repercussão e da turnê de seu álbum de estreia, não se ouviu mais novidades dos caras, a não ser pelos trampos de produção para outros artistas. Mas não está muito longe a data prometida para o lançamento de seu segundo trabalho, que já tem até nome, Temporary Pleasure, e conta com convidados especiais na colaboração.

Com data prevista para sair em 17 de agosto, traz entre seus parceiros de estúdio Beth Ditto, do The Gossip, Gruff Rhys, que toca com o Super Furry Animals, Young Fathers, Alexis Taylor, do Hot Chip, e Chris Keating, do Yeasayer, dono dos vocais do primeiro single, intitulado "Audacity of Huge".

O single ganha divulgação duas semanas antes, estrategicamente no dia 3. Para deixar claro que os planos estão bastante avançados, o sucessor de Attack Decay Sustain Release também já tem sua tracklist definida, que você confere abaixo:

1. Cream Dream (feat Gruff Rhys)
2. Audacity of Huge (feat Chris Keating)
3. 10,000 Horses Can't Be Wrong
4. Cruel Intentions (feat Beth Ditto)
5. Off the Map (feat Jamie Lidell)
6. Synthesise
7. Bad Blood (feat Alexis Taylor)
8. Turn Up the Dial (feat Young Fathers)
9. Ambulance
10. Pinball (feat Telepathe)

Por: Eduardo Ribeiro - skolbeats

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segunda-feira, 4 de maio de 2009

Rob Hood relança Minimal Nation

LP de 1994, pedra fundamental do minimal techno, ganha reedição especial em junho

Depois de pioneiros como Studio 1 (aka Wolfgang Voigt/aka Kompakt) e Basic Channel voltarem com suas famosas obras musicais, quem retorna agora com um relançamento clássico do techno Robert Hood, que solta dia 15/jun por seu selo M Plant o fundamental LP Minimal Nation.

Em 1994, ao lado de DJs como Daniel Bell, Richie Hawtin e de outros lançamentos seus (Internal Empire, por exemplo) ele ajudou a encapsular o techno em direções minimalistas que são fortes até hoje.

O retorno do álbum não é inédito - há edições de 1999 para o relase, mas agora em 2009 Minimal Nation vem remasterizado e com novo design gráfico, fora duas faixas inéditas além das oito originais, "SH-101" e "Self-Powered". A primeira é sobra de estúdio das gravações de 94, e a segunda foi lançada na época apenas como test pressing pelo selo Axis (Jeff Mills).

Ao contrário dos outros lançamentos de Minimal Nation, que privilegiavam o vinil, esta reedição tem foco no formato álbum em CD e digital, mas Rob Hood já prometeu lançar a versão remasterizada ainda esse ano. Um CD-mix com faixas de vários lançamentos e momentos de sua carreira acompanhará o disco, e junto virá também uma turnê européia em junho e julho pela Europa (datas aqui).

Em 2006 Robert Hood se apresentaria pela primeira vez no clube paulistano Manga Rosa, mas a data foi cancelada em cima da hora, para frustração dos calorosos amantes do techno.

Tracklist
1. One Touch
2. Museum
3. SH-101 (unreleased)
4. Rhythm Of Vision
5. Unix
6. Ride
7. Station Rider E
8. Self Powered (previously on test pressing only)
9. Sleep Cycle
10. Rhythm Of Vision (original)

As Novidades
Em 2008 Rob Hood, após completar sua trilogia Hoodmusic, lançou a edição número 39 da coletânea britânica Fabric, cheio de faixas suas e de nomes com Marco Lenzi, Joris Voorn e Jeff Mills. Agora em 2009 ele lançou o EP Shonky In The Hood, que apesar dos BPMs pouco mais contidos, não difere muito da sonoridade da década passada (ouça "Rhythm" aqui).

Por: Jade Augusto Gola - rraurl

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domingo, 3 de maio de 2009

Lo kik Records lança série Tekno kik

Projeto novo do selo é voltado ao Techno e vertentes

A Lo kik Records apresenta mais uma novidade que promete fazer muito sucesso, a série de lançamentos chamada Tekno Kik. O projeto é voltado ao techno, um dos gêneros predominantes da Lo kik.

Músicas com o swing brasileiro com elementos experimentais, abuso dos loops percussivos, trazendo sempre do baixo grooveado ao techno. A série vai buscar inovação dentro do estilo, sem perder a verdadeira característica do Techno, que por muito tempo, prevaleceu na cena eletrônica.

Três produtores brasileiros assinam o primeiro EP do projeto, todos novos produtores que estão despontando com excelentes produções. Guilherme Vieira e Flip DJs fazem sua estréia no selo com duas músicas cada. Já conhecido e um dos novos artistas exclusivos do selo, Elemental X assina as outras faixas. No total são 6 faixas de puro techno que já estão no case dos maiores DJs do planeta.

Tekno Kik teve lançamento exclusivo no Beatport no dia 28 de abril. Nas outras lojas digitais de todo o mundo as faixas podem ser compradas a partir do dia 28 de maio.

Tracklist:
1 - Elemental - X - No Flashes (Original Mix)
2 - Elemental - X - Hot Roll (Original Mix )
3 - Guilherme Vieira - The Voyager (Original Mix)
4 - Guilherme Vieira - Simon (Original Mix)
5 - Flip Djs - Backup (Original Mix)
6 - Flip Djs - No Family (Original Mix)

Para ouvir trechos e comprar as faixas: www.beatport.com/labels/lo+kik+records

Gravadora:
Lo Kik Records (RC2 Music)
6 Faixas
Formato: Digital e Mobile

Sobre a Lo Kik:
A Lo Kik, selo pertencente ao grupo RC2 Music, iniciou suas atividades em dezembro de 2007 e é voltada a vertentes como techno, tech-house, minimal e suas variações. A Lo kik Records tem como foco lançamentos de artistas nacionais, gerando projeção no mercado internacional de seus artistas.

Rafael Noronha, Re Dupre, Daniel Marques, Andre Bastos, Laico, são alguns dos nomes que fazem parte do seleto grupo de representantes do selo. Contando com mais de 30 lançamentos no formato digital nas maiores lojas do planeta, incluindo Itunes e Beatport, a Lo kik já é referência mundial quando o assunto é música eletrônica brasileira.

Mais Informações:
http://www.myspace.com/lokikrecords
http://www.rc2music.com

Por: Marcelo Malanconi - RC2Music

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quarta-feira, 22 de abril de 2009

Goa trance do "Filteria" em novo álbum

O projeto de Goa Trance Filteria acaba de lançar seu novo álbum chamado "Daze of Our Lives". Com um som acelerado, psicodélico e "old school", o grego Jannis Tzikas foi um dos destaques do festival Universo Paralello 2008/2009. Um CD imperdível para os amantes do bom e velho Goa Trance!

Filteria - Daze Of Our Lives
1. Filtertraces
2. The Big Blue
3. Wormhole
4. Eyeless Observatory
5. In the Heaven's Eye
6. Infinite Regression
7. Earthrise
8. Float away and disappear
Informações: www.filteria.com

Fonte: www.mushrootz.org

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segunda-feira, 13 de abril de 2009

Carne fresca no prog trance: Invisible Reality chega pela Iono

Com quatro anos de vida, o selo alemão Iono Music já representa nomes importantes na ver tente progressive, como Flower Powder, Solano, IX-LAm-AT e Phaxe. Agora, a gravadora traz a estréia do duo israelense Invisible Reality, com o álbum "Visibility".

A novidade da Iono chega com um estilo de trance melódico, viajante e eufórico, com elementos de uplifting, estilo que é muito forte em países da Europa Oriental. A sonoridade é emotiva e psicodélica, bem voltado para o morning.

O projeto Invisible Reality é formado pelos DJs Igor e Shamil, que possui uma experiência de 12 anos na cena de Israel.

As tracks e remixes do Invisible Reality já estiveram em compilações como; "Psy Trance Euphoria" de 2008, do Ministry of Sound, que também ajudou a deixá-los mais famosos. Em "Visibility”, vale a pena prestar atenção na faixa “Obsessive” e no remix de “Rapture”, do Ritmo.

Tracklisting - Invisible Reality -"Visibility"
1. Visibility
2. Simplicity
3. Timeless
4. Creature in my mind
5. Love story
6. Obsessive
7. Ritmo - Rapture (Invisible Reality Remix)
8. Synthetic Mind
9. Relaxation Fixation

Links: www.myspace.com/realityinvisible / www.ionomusic.com

Por: Marcelo Fontenele - psyte

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sexta-feira, 10 de abril de 2009

Segundo álbum do MSTRKRFT é energia pura

Combinando melodias dos primórdios do electro à desarmonia inerente ao maximal, duo canadense que abriu caminhos para a invasão indie-dance chega ao segundo disco com acento mais pop e ainda pesado

Quando Jesse F. Keeler e Al-P decidiram fazer sua incursão no electro-house, eles sabiam que, em pleno ano 2005, quase tudo já havia sido experimentado à exaustão naquele campo. Quase tudo. É claro que a pegada maximal do MSTRKRFT foi importada da dinâmica dos beats do Daft Punk, e que a mesma receita foi seguida pelo Justice com desenvoltura. Mas fato é que a bagagem rocker dos caras trouxe algo de novo à vertente, e deu ao som da dupla em The Looks (2006), seu primeiro álbum, uma personalidade que ninguém tira, a despeito dos inúmeros pastiches que vieram na esteira.

Sem forçar a barra, foram eles os primeiros a usar as distorções sintéticas, tão em voga atualmente, contra uma percussão buscada na bateria do AC/DC. Métrica que hoje pode ser notada na grande maioria das produções do gênero. A agressividade do hard e do punk rock, moldada aos paradigmas pop da house music, e as digressões sonoras, com suas alternâncias de volume, sampleadas e loopeadas em pontuais encaixes, renderam uma fórmula infalível de música dançante.

Aqui, em Fist of God, que acaba de ser lançado pelo label do entusiasta do electro-banger Steve Aoki, o Dim Mak, a tônica é a mesma, e continua um soco nas têmporas. A diferença, porém, já pode ser sentida na faixa de abertura, "It Ain't Love", com o açucarado vocal da diva do R&B Lil Mo, entoando graciosamente "You don't know what love is".

Embora o peso faça parte do DNA do MSTRKRFT, eles conseguiram atingir feliz ponto de convergência com a club music tradicional, o que garante uma levada substancialmente pop ao álbum. A influência Daft Punk está clara, para não dizer decalcada, na explosiva "1000 Cigarretes", enquanto o tic-tac da deep house e do R&B blues crescem com a participação de N.O.R.E. & Isis em "Bounce".

"Heartbreaker", uma baladinha entoada pelo piano de John Legend, é grata surpresa em meio ao apanhado, e "So Deep", com participação de Jamal da banda soul-punk The Carps, surge com linha de voz pra lá de melosa.

Estrelando E-40 na faixa "Click Click", o MSTRKRFT nos oferece uma química muito bem resolvida entre acordes metaleiros, big beat e uma levada própria do rap old-school, vibe que estica para a canção seguinte, "Word Up", outra produção alto astral, dessa vez com participação de Ghostface Killah. Fist of God, em resumo, é party music como deve ser, energia pura.

Artista: MSTRKRFT
Álbum: Fist of God
Gênero: Dance-rock
Lançamento: Dim Mak Recs
Preço: 14,98 dólares

TRACKLIST
1. It Aint Love
2. 1000 Cigarettes
3. Bounce
4. Vuvuvu
5. Heartbreaker
6. Fist of God
7. So Deep
8. Click Click
9. Word Up
10. Breakaway
11. 1000 Cigarettes

Por: Eduardo Ribeiro - skolbeats

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quarta-feira, 8 de abril de 2009

(download) 1001 Discos Para Ouvir Antes de Morrer

Está ai uma ótima opção para fugir um pouco do cenário eletrônico..
Agora só falta fazerem a lista de downloads do 1001 filmes..... \o/

Em 1001 discos para ouvir antes de morrer, 90 jornalistas e críticos de música internacionalmente reconhecidos apresentam uma rica seleção dos álbuns mais inesquecíveis de todos os tempos.

Abrangendo desde as origens do rock ‘n’ roll nos anos 50 aos mais recentes sucessos, este livro vai guiar você por diferentes tendências sonoras e mostrar o poder que a música tem de representar as aspirações e os sentimentos de toda uma geração.

Embora grande parte do livro seja dedicada ao rock e ao pop, há também dezenas de boas indicações de jazz, blues, punk, heavy metal, disco, soul, hip-hop, música experimental, world music, dance e muitos outros estilos.

Para ter acesso a lista de livros e aos links de downloads acesse: http://nobrasil.org/1001-discos-para-ouvir-antes-de-morrer/

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quinta-feira, 2 de abril de 2009

"D.K.N", o novo projeto de Dimitri Nakov

 

Dimitri Nakov, um dos mais “rodados” djs de trance psicodélico do planeta, acaba de lançar o álbum do seu novo projeto, batizado de “D.K.N” e lançado pela Neurobiotics Records.

Interrupted” é o resultado de anos de experiência rodando o mundo se apresentando nos mais variados eventos de música eletrônica e produzindo faixas com diversos artistas. Um álbum de Psytrance recheado de influências musicais, do minimal techno ao progressive, e com algumas participações especiais, como a de Dado (Deedrah, Krome Angels...). O álbum conta também com um remix da faixa “Comming soon”, do lendário projeto X-Dream.

 

Dimitri D.K.N – Interrupted
1. Synthetic Freedom
2. Farewell
3. I want you
4. Motel Lover
5. X-Dream - Coming soon (Dimitri DKN rmx)
6. Astrix, Dimitri - Evoc (Dimitri DKN rmx)
7. GBU - Interrupted
8. LFO
9. Biorythms

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Fonte: www.mushrootz.org

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sexta-feira, 20 de março de 2009

Produtor Deadmau5 lança CD para os "Colegas de Profissão"

Por Daniel Cardachevski

Depois de sair da ratoeira e se consolidar como grande produtor da cena eletrônica mundial, o canadense Deadmau5 acaba de lançar um CD, assinado com seu nome, voltado para a comunidade de djs e produtores de música eletrônica.


Produzido em parceria com o antigo amigo de estúdio Steve Duda, o release não é um CD de remixes ou tracks inéditas, mas sim um "kit" com variados samplers e efeitos para quem quer produzir.

Intitulado XFER, o CD contém muitos sons extraídos de equipamentos analógicos. Encontra-se um pouco de tudo; synths, percussão, sons de intrumentos de sopro, cordas e muitos efeitos eletrônicos. Detalhe: a utilização de todo o material do release é "royalty-free", portanto livre de taxas e direitos autorais.

"Apesar da grande quantidade de CDs desse tipo, vimos um nicho voltado para a produção musical. Sendo livre de pagamento de direitos autorais, o CD pode ser usado em produções originais sem medo de repercussões jurídicas, como acontece quando se usa efeitos de outros CDs semelhantes", disse Steve a um site de Montreal. Os produtores agradecem.

Dica do blog: Baixe esse kit no Trancedownloader.ru
Dica 2 - Em entrevista à revista inglesa DJ Mag, o produtor Deadmau5 disse que espera que os DJs sejam extintos - leia mais.

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quinta-feira, 19 de março de 2009

Gui Boratto: Take My Breath Away - Um disco de um músico que planeja como um arquiteto

http://www.essential.limao.com.br


Em um crossover entre o techno e o progressivo, Gui Boratto é introduzido na cena eletrônica com uma grande faixa: "Arquipelago", que vem no seu primeiro álbum, Chromophobia. Convertendo assim um clássico minimal tech-house aos estádios, após esse boom o produtor ganhou milhares de fãs em todo o mundo.

Para o seu segundo álbum, Take My Breath Away, apesar de ter tido sucesso com a maioria das suas faixas de "Chromophobia", as coisas parecem ter mudado. Boratto aproveita o timming que ganhou em 2007 e 2008 para ser intenso nas suas produções, mas sem cair numa dissonância fácil, que só faz bombar as pistas. O álbum é muito mais que isso!

O disco vem com beats bem marcados e sons com efeitos. Em "Colors", "Les Enfants" e "Besides," o nosso brasileiro traz o seu lado musical à tona e usa de influências como Chico Buarque e Manu Chao, fazendo uma junção tecno brasileira, se é que podemos dizer assim. E se você quer saber qual hit substituirá "Beautiful Life", pode apostar suas fichas em "No Turning Back", que além de super bem produzida recebe um agradável som de um vocal feminino.

Gui Boratto, hoje com 35 anos, já mostrou a que veio, arquiteto de profissão, o paulistano é realmente bom no que se propõe a fazer, se não for para planejar casas, sem dúvidas, é quando elucida sons em melodias.

Tracklist - Take My Breath Away
1.Take My Breath Away
2.Atomic Soda
3.Colors
4.Opus 17
5.No Turning Back
6.Azzurra
7.Les Enfants
8.Besides
9.Ballroom
10.Eggplant
11.Godet

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