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segunda-feira, 12 de julho de 2010

Green Velvet no Tribaltech Festival

Um dos grandes destaques do Tribaltech Festival, que acontece no próximo dia 28 de agosto em Curitiba é o americano Curtis Jones, mais conhecido como Green Velvet. É com certeza, ao lado de Tristan, Italoboyz, Ahmet Sendil, Pedra Branca, Lovefoxxx e Céu um dos nomes que me fazem sentir novamente a ansiedade para uma festa.

Ansiedade essa pela mudança que a T2 está fazendo no cenário eletrônico local e até mesmo nacional (já que teremos uma edição paulista uma semana antes da curitibana). Mudanças essas que no ano passado sofreram várias críticas de frequentadores que “opinaram” antes de conhecer e que quando conheceram o real projeto do núcleo se transformaram as críticas em elogios.

Com a “elevação” para o status de festival, a já conhecida Tribaltech cedeu mais espaço para outros estilos musicais e para a arte audio visual, resta agora sonhar para que em um futuro próximo se torne um festival de vários dias.

Voltando ao assunto principal deste post: Green Velvet. Se você não conhece esse projeto leia abaixo um release retirado do site do Tribaltech e veja o video de uma apresentação do americano em Ibiza.

Green Velvet, nome inicialmente criado por Curtis Jones para seus projetos sem vocais e para suas freqüentes apresentações como DJ, acabou crescendo e se tornando mais popular do que o homem por trás do mito. Com suas músicas contagiantes e refrões inegavelmente divertidos, Green Velvet vem, desde 1993, emplacando hits como La La Land, Preacher Man, The Stalker e Answering Machine. É sem dúvida, um dos maiores DJs de techno do mundo. O americano Green Velvet já esteve no Brasil várias vezes com apresentações memoráveis em 99 na U-Turn, no Skol Beats com seu projeto ao vivo com a banda The Rejects e no Skol Beats de 2003. Sua ultima apresentação foi no ano de 2005. Apaixonado pelo público brasileiro, por ser um povo “explosivo”, Velvet imprimiu sua marca na house music com seus recursos percussivos e sua singular contribuição vocal às composições. Seu som agrada vários clãs por misturar o house de Chicago com o techno e o break beat atuais que costuma fazer qualquer pista delirar.

Saiba mais:

Site oficial
www.green-velvet.com
Myspace
www.myspace.com/greenvelvet

veja o video completo: www.dancetrippin.tv

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domingo, 11 de julho de 2010

Donas do seu nariz, ex-raves de psy riram por último

Desde meus tempos de faculdade que sou fã assumido dos textos do jornalista Camilo Rocha, o lado DJ deste jornalista ainda não tive a oportunidade de ouvir (ainda). Para quem não conhece nenhum desses lados do Camilo pode acessar o blog Bate Estaca e conferir um pouco do trabalho de jornalista o lado DJ pode ser conhecido através do myspace.

Em seus ultimos textos publicados no Bate Estaca, Camilo comenta um pouco sobre a “nova geração” das festas eletrônicas e as tendências dela se converterem em festivais onde se misturam vários tipos de música.

Leia abaixo o artigo: Donas do seu nariz, ex-raves de psy riram por último.

A Tribaltech (foto), festão eletrônico open air, anunciou essa semana a cantora Céu no lineup. A cantora paulistana se junta a nomes como Marcelo D2, Lovefoxxx e Stop Play Moon no elenco do evento que rola no dia 21 de agosto.

Marque esta tendência: cada vez mais, as festas que nasceram como raves de psy vão se convertendo em festivais onde valem vários tipos de música. A XXXPerience de 13 anos, realizada no final do ano passado, se promoveu como um festival. A música ainda era 100% música eletrônica, mas havia muito mais vertentes do que a tradicional dobradinha psy acelerado/low BPM.

APRENDENDO E ENSINANDO

Organizações como, por exemplo, No Limits (parceira dos eventos XXXPerience, Tribaltech e Chemical Music), It’s Magic (Tribe) e Universo Paralello adquiriram ao longo dos anos know-how suficiente em logística e direção artística para ambicionar fazer eventos cada vez maiores.

Ainda têm muito que aprender, pois ainda rolam muitas falhas organizacionais em alguns eventos. Facilidade de estacionamento, organização do trânsito e mais capricho e criatividade na decoração são algumas coisas que podem melhorar.

Mas também têm muito o que ensinar, eu diria até de maneira humilhante, a outras cenas que viraram refém do grande patrocinador. Os novos festivais, ex-raves de trance, nunca dependeram de mega-marcas injetando dinheiro para acontecer. Isso sim é que é ser independente. Também nunca levaram um centavo do governo, que é o que sustenta muito da chamada cena “independente” do rock.

Cresceram organicamente, com força própria. Enquanto outras cenas musicais riam deles e patrocinadores torciam o nariz (não queriam sujar sua marca com a lama da rave…), as festas de psy-trance foram fazendo cada vez mais conta de milhar (no público) e de centena de milhar (no faturamento).

Já numa cena onde os festivais estão atrelados ao super-patrô, se o departamento da marketing da empresa X decidir que a prioridade esse ano é outra, tchau Motomix, Tim Festival, Skol Beats ou Nokia Trends.

NOMES PRÓPRIOS

A independência fica evidente também no nome. Festas como Tribe, XXXPerience, Universo Paralello, Tribaltech, Kaballah e Chemical Music têm orgulhosos nomes próprios, que não são apêndices de uma marca. Nesse sentido, as ex-raves se igualam a eventos europeus como Sonar, Glastonbury, Reading e Melt. O nome do evento é mais forte que o do marca.

Se ainda levarmos em conta que raves e afins passaram anos tomando cacetada (e ainda tomam) da mídia sensacionalista, de prefeitos e vereadores moralistas, juízes, autoridades policiais e outros agentes da lei e da ordem, sua sobrevivência e crescimento parecem ainda mais fenomenais. Coisa digna de aplauso mesmo.

SWU

Como que para coroar esse novo status quo, o festival SWU, talvez o maior de todos os tempos no Brasil, vai ser realizado na Fazenda Maeda, tradicional palco de festas eletrônicas, de incontáveis XXXPeriences e Tribes.

O SWU está propondo algo diferente para o público pop-rock brasileiro, mas muito comum para o frequentador de festival americano ou europeu: acampar por três dias no local do show, esquecendo um pouco do conforto urbanóide em nome da comunhão musical.

Coisa que o povo do trance já faz aqui no Brasil há muito tempo.

Camilo Rocha – Bate estaca

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terça-feira, 22 de junho de 2010

Próxima edição do Festival Respect se inspira no ano internacional da biodiversidade

Em sincronia ao Ano Internacional da Biodiversidade declarado pela ONU (link), a fim de estipular metas e usar indicadores mais mensuráveis para reduzir a taxa de perda de espécies que vem crescendo exponencialmente, o festival RESPECT acontece no dia 14 de agosto de 2010.

Mas o que uma coisa tem a ver com a outra?
Conhecido como um festival que promove o Encontro Multicultural e Ecológico e espelhado nos festivais-referência de Arte e Cultura Alternativa do Planeta, o núcleo organizador intitulado ECO-RESPECT segue fiel sua posição de movimento cultural para propor a mudança de comportamento através da arte educação. Unindo conscientização ao entretenimento, o festival faz jus ao nome e dissemina em toda edição, formas criativas e conscientes de transmitir mensagens que ampliem a consciência ecológica através da música eletrônica.

Toda a comunicação artística do festival é elaborada com materiais reaproveitados que não agridem o meio ambiente. As suas famosas intervenções têm também um papel importante na interação do público com a proposta do evento. Ativar a conexão consigo mesmo também faz parte de todo o processo. Só indo para saber.

Nesta próxima edição que acontece em Itú, nomes fortes da cena mundial e nacional do trance se apresentam no mainstage, assim como as portas se abrem também para vertentes do techno progressivo.

O agradável chill out toma mais espaço dessa vez com grandes surpresas do reggae e dub para unir o público alternativo num mesmo evento. Aguardem, em breve detalhes de cada novidade!

Serviço:
Respect 2010
Data:
14/08/2010
Horário: 22h00
Local: Vale das Brisas - Itú-SP
Cidade: São Paulo-SP

Programação:
22hs ABERTURA CAMPING & ESPAÇO GAIA
23hs INÍCIO ALTERNATIVA & CHILL OUT + DANCE FLOOR

Por: Telma Braga - Miki Malka

Saiba mais:
Respect traz novamente a essência da cultura eletrônica

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quinta-feira, 17 de junho de 2010

Magnetronic (review)

Namorados, solteiros, casados, enrolados, porém todos amantes da música eletrônica se reuniram no último dia 12 de junho na Magnetronic para acompanhar o renascimento da cena em Santa Catarina. O local escolhido para essa celebração foi o Life Club que ganhou ares de festival graças às mãos do catarinense Belém, do Sound System, das apresentações do circoloko e ao line up escolhido a dedo pelos organizadores.

A decoração foi o grande destaque da Magnetronic, com muitos panos e luz negra, Belém o modificou totalmente o visual do clube catarinense, o público de pouco mais de duas mil pessoas já era surpreendida com essa arte – que ultimamente está se tornando cada vez mais rara nas festas – logo na entrada. Um tecido na forma de “escamas” dava a sensação de que éramos envolvidos pelo mesmo e como se estivéssemos passando por dentro de um túnel até chegar ao solo sagrado – a pista de dança.

Enquanto o trio do The First Stone – formado por Gustavo Manfroni (Burn in Noise), Swarup e DJ Zumbi – tocava suas tracks o pessoal do circoloko se apresentava no centro da pista com suas fantasias e seus malabares de neon e fogo o que com certeza, fez muitas mentes entrarem no disco voador formado pela união da decoração e luzes e ficassem fora de órbita por alguns momentos.

Para os admiradores de Sound System fortes, os 40 mil watts rms instalados na pista foram suficientes para sentir o corpo tremer com os graves e respirar fundo nos agudos. As caixas colocadas nas laterais agradaram aqueles que detestam ficar grudados na frente do palco, em toda a extensão da pista tinha-se um som limpo, lembrando um pouco “turbo sound” implantado em algumas edições da Tribe. Durante toda a festa e mesmo após o término era impossível não ouvir elogios sobre o som implantando na Magnetronic.

A festa foi dividida em duas partes, a primeira contou com Swarup, Burn in Noise e The First Stone como os headliners, Xpiral e também com o ‘locais’ Cassiano Cruz, Overclock, Anjinho e Bresciani. O full on groove era a preferência dos DJs na hora de tirar o CD de suas cases ou no live com seus MACs ou PCs. A noite acelerada foi dando lugar a luz do dia e ao low BPM e assim iniciava-se o “after party” com destaque para o b2b entre Alex Full e Tomaz que contagiaram os “sobreviventes” com tracks que iam de Felguk a Neelix.

Criada em 2003 pelos DJs Bresciani e Gallo com a intenção de realizar encontros mágicos com arte e música, a Magnetronic ainda mantém a essência da cultura eletrônica. Cultura essa que foi se perdendo em Santa Catarina com o passar dos anos devido ao preconceito por parte de algumas autoridades que chegaram a proibir as festas dentro do Estado e também por pessoas que enxergam as festas apenas como uma maneira de ganhar dinheiro.

veja mais fotos.

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quarta-feira, 26 de maio de 2010

Respect traz novamente a essência da cultura eletrônica

Paixão a primeira “ida”, é exatamente esse o sentimento que tenho com a paulista Respect. Já havia lido e escutado comentário sobre a festa, mas fui pela primeira vez na edição de Março/10 (veja as fotos) e realmente tudo o que me disseram da festa é real. O núcleo conseguiu trazer novamente a essencia da cultura e da música eletrônica, mostrou que é possível realizar uma festa de qualidade com um line 100% nacional e outros detalhes que só estando presente em uma edição para sentir.

A próxima edição já está marcada \o/, será no dia 14.08 – que presente de aniversário (15) - para quem nunca foi em uma Respect fica o convite. Para quem já foi não é necessário esse convite pois já sabe muito bem o que representa essa festa. O line up desta edição já foi divulgado, veja abaixo, meus destaques ficam por conta de Onion Brain (Prog Dark que conheci no UP#10), Man 2 Deep, Zaghini, 2012, Xibalba, Caramaschi, Odisseo… ahhhh vale a pena abrir e fechar a festa.

 

 

   

DANCE FLOOR
23:00     Onion Brain – Live (myspace.com/onionbrain)
00:00     Sutemi vs Boteon (myspace.com/sutemidj / myspace.com/antimateria)
01:30     Ikpeng (Mind Tweakers Rec/ 2to6 Rec) - Live (myspace.com/ikpeng)
02:30     Killer Buds - Live (myspace.com/killerbudsmusic)
03:30     Nitrous (myspace.com/djnitrouss)
04:30     Drex vs Eder Fm (myspace.com/djdr3x / myspace.com/djederfm)
05:30     Simulation – Live (myspace.com/simulationpsytrance)
06:30     Modi vs Wev (myspace.com/djmodibr)
07:30     Space Tribe – Live (myspace.com/spacetribemusic)
09:00     Man 2 Deep – Live (myspace.com/men2deep)
10:00     Zaghini (myspace.com/zaghinidj)
11:00     2012 – Live (myspace.com/2012live)
12:00     Pragmatix – Live (myspace.com/pragmatixmusic)
13:00     Xibalba - Live (myspace.com/00hamelin00)
14:00     Caramaschi – (myspace.com/caramaschi)
15:00     Odiseo – Live (myspace.com/djodiseo)
16:00     Pakman – Live (myspace.com/pakmanlive)
17:00     Dre (myspace.com/andreguazzelli)
18:00     Fabio Leal vs Edu Lima (myspace.com/fabioleal)

ALTERNATIVA & CHILL OUT
23:00   Felipe Soares (myspace.com/djfelipesoares)
00:30   Angelo Fracalanza - Live (myspace.com/djangelof)
01:30   13Th Floor  (myspace.com/13thfloorakadjteko)
02:30   Gustavo Condé vs Biel (myspace.com/djgustavoconde / myspace.com/trancebiel)
04:00   Alex S (myspace/alexspgroove)
05:00   Kitty (myspace.com/djkitty007)
06:00   Hamelin (myspace.com/00hamelin00)
07:00   Rosa Ventura (myspace.com/djrosaventura)
08:00   Rica Amaral (myspace.com/djricaamaral)
09:00   Grooverdose - Live (myspace.com/grooverdose1)
10:00   Eder Fm & Jimmy Luv - Live Sound System (myspace.com/djederfm / myspace.com/jimmyluv7)
11:00   Tonny Tchang (myspace.com/tonnychang)
12:00   Planta e  Raiz - Banda (myspace.com/plantaeraiz)
13:00   Buguinha Dub (Nação Zumbi) - Live (myspace.com/buguinhadub)
14:30   Pedra Branca - Banda (myspace.com/pedrabranca)
15:30   Sallun (myspace.com/lucianosallun)
16:30   Akilez (myspace.com/samplervagabundo)
17:30   Ricardinho vs Murilo Ganesh (myspace.com/muriloganesh)

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quarta-feira, 19 de maio de 2010

O último que sair, desligue o som

Após quase sete anos, conhecendo pessoas, cidades e aprendendo um pouco mais sobre o mundo eletrônico chegou a hora de “abandonar o barco”. Talvez esteja ficando velho para continuar freqüentando as festas, muito seletivo ou talvez, como diz minha mãe, criando juízo – prefiro acreditar que seja a última opção –.

Já faz alguns meses que perdi a vontade de registrar as festas conhecidas como comerciais. Comecei a freqüentá-las em 2004 e me apaixonei pela cultura que envolvia esse tipo de evento, a paixão foi tão grande que até meu Trabalho de Conclusão de Curso teve como tema principal a cena eletrônica. Durantes esses anos pude assistir projetos como Skazi, Infected írem de ídolos à “chacotas”; presenciei o surgimento de tendas alternativas em um ambiente dominado pelo Full On; ouvi a imprensa divulgar notícias preconceituosas sobre o cenário e acompanhei o “boom” das raves.

Para mim esse ‘crescimento’ teve suas vantagens para o cenário como o surgimento de núcleos sérios e com isso abrindo uma concorrência em busca de se organizar “a melhor festa”, porém surgiram também núcleos formados por pessoas que vêem as festas apenas como uma possibilidade de ganhar dinheiro fácil. Esse boom também foi o responsável pela inclusão de pessoas que viram as raves apenas como um local ‘livre’ para o consumo de drogas, alguns inclusive se vangloriam em redes sociais por terem tomado ‘x’ doces e ‘y’ balas em uma só festa.

 

Atualmente as festas são realizadas em lugares diferentes, possuem diversos nomes, mas as fotos são sempre ‘iguais’. Se colocar minhas ultimas fotos lado a lado, sem alguma identificação de data, cidade ou festa eu mesmo não consigo dizer de qual evento é. As raves tornaram-se um lugar ideal para exibir aquela cueca da Calvin Klein, aqueles mililitros de silicone, o resultado de horas de academia e alguns segundos de aplicação de bomba, aquela fantasia do carnaval passado ou até mesmo aqueles passinhos ensaiados (rebolation, sensualiza). Posso dizer que hoje as festas foram tomadas por uma geração de jovens de muito dinheiro, pouca ideologia e nenhuma consciência.


Hoje em dia não temos mais o argumento de que as raves reúnem milhares de pessoas e não existem brigas, furtos ou coisas do gênero. As pessoas não se importam mais com as outras, antes se alguma pessoa estava sentada no chão era comum alguém parar e perguntar se estava tudo bem ou se queria alguma coisa, agora quando se senta no chão tem que tomar cuidado para não ser pisoteado.

Continuarei freqüentando algumas festas como a Tribal Tech que, na minha opinião, deu um passo importantíssimo, no ano passado quando incluiu um pouco mais de cultura em seus eventos; a Respect que atualmente considero uma das melhores festas, pela organização, line up e principalmente pela magia que ela passa para seu público. Não posso deixar de mencionar os festivais, sejam de três ou sete dias, sejam em São Paulo, Bahia ou Portugal, mas que só quem já esteve em um para entender o que se sente lá dentro.

Gostaria de agradecer a todas as pessoas que conheci durante esses anos – não vou citar nomes, pois com certeza esquecerei alguns – aos núcleos No Limits, Kaballah, T2 por todo o apoio concedido e lógico não poderia de esquecer um vai tomar no ## para todos os “pseudotrancers” que conseguiram fo#d## de vez com essa magia que envolve o cenário.

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terça-feira, 20 de abril de 2010

Mystic Tribe Festival

Quem já teve a oportunidade de freqüentar um festival, sabe de toda a magia que envolve esse evento. Em um festival aprendemos a conviver com outras pessoas, nos desprendemos de problemas pessoais, nos livramos de todos os preconceitos e o principal, aprendemos a nos conhecer.

A primeira vez que experimentei dessa cultura foi durante os sete dias do Universo Paralello #9 e confesso que voltei transformado interiormente de lá. Nesse último final de semana tive a oportunidade de juntar a barraca, a mochila e partir rumo ao estado de São Paulo para o Mystic Tribe Festival.

Após seis horas dentro de uma van, finalmente chegamos, logo na entrada uma réplica do 14 bis já nos dava as boas vindas, porém logo recebo a notícia de que a festa marcada para começar às 22h do dia 18.04 só começaria as 09h do dia seguinte. Para mim até uma boa notícia, pois daria para montar minha “casa” e descansar sem se preocupar com quem estaria perdendo no main floor ou no chill out.

Quando o galo, literalmente, começou a cantar era hora de levantar, tomar aquele banho quente, um café da manhã reforçado, juntar as coisas e partir para o chillas, afinal Ekanta já devia estar tocando. Mas é só sair da barraca que os boatos como “um promotor cassou o alvará do festival”, “o som só vai começar a tarde” começam a surgir. A sensação que se tem é que o se o som não começasse imediatamente o pessoal começaria a se revoltar, ir embora e xingar a organização, mas o que acontece é justamente ao contrário.

Sem som em ambas as pistas algumas se concentram em volta do lago – talvez pensando se os pedalinhos estariam liberados – outros em volta das piscinas, outros ficam observando os coelhos, avestruzes, pavões e outros animais, mas todos aguardam o momento do primeiro grave sair das caixas para correr para as pistas e ser livre.

Se essa ausência de som acontece em uma festa “normal”, mesmo que por alguns minutos, já vemos pessoas atirando latas nos palcos, xingado até a vó do organizador e até pensando em ir embora. Mas em toda a área do festival não se ouviu uma reclamação, ninguém de cara feia, afinal todos estavam lá com um único objetivo: o de esquecer por algumas horas o mundo lá de fora.

Próximo ao meio dia de sábado os BPMs começam a fazer parte da paisagem da fazenda, mas não demora muito para a policia invadir o lugar e mandar parar com o som e mais uma vez o silêncio toma conta das caixas suspensas no main floor. Durante toda a tarde de sábado o som permanece sendo ligado e desligado, brincadeiras como “é a nova CLT dos DJs, horário de lanche” nos fazem rir enquanto aguardamos o próximo DJ voltar da sua “pausa”.

A pista principal é  “fechada” durante a noite, mas nela é possível encontrarmos grupos de amigos reunidos jogando conversa fora, bebendo, fazendo batucada e cantando músicas de Raul a trilhas do “Castelo Ra-tim-bum”. Nas primeiras horas de domingo o som do Chill Out é religado com a promessa de que não será mais desligado até o final da festa e de que as 10h acontecerá o mesmo com o do main floor.

Durante toda a madrugada o Chill Out se transforma na pista principal – para azar das pessoas que resolveram acampar próximo do mesmo (como eu por exemplo) – afinal quem é que consegue dormir com um Dark atravessando o tecido da barraca.

As dez horas em ponto, conforme o prometido o som é ligado na potência máxima na pista principal, Zaghini, Edu, Dickster fizeram com que o público soltasse a energia acumulada. Como não poderia deixar de existir as apresentações culturais estiveram presentes no domingo, interagindo com o público e mostrando que a cultura eletrônica não se restringe apenas a música.

A alegria estava estampada no rosto de todos os que estavam lá, nas pessoas que acreditaram no nome do festival e permaneceram acampadas, mesmo sem música, durante dois dias.

Mais:
Veja as fotos desta edição da Mystic Tribe
Comunicado Oficial Mystic Tribe

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Comunicado Oficial Mystic Tribe

Para quebrarmos barreiras, precisamos passar por momentos difíceis. Ter 6 meses de trabalho árduo colocados em cheque em poucos minutos, tentando destruir um sonho, é certamente o momento mais difícil pelo qual passou a Mystic Tribe nesse último evento nos dias 16, 17 e 18 de abril.

Iniciamos nossa jornada com o coração à frente de tudo. E foi sempre assim que mantivemos nossa postura. Nos propusemos a fazer algo que não pôde acontecer em sua totalidade, mas resolvemos ir adiante para oferecer tudo o que ainda fosse possível a nosso público. Mas ainda precisamos de mais tempo para compreender tudo o que aconteceu neste final de semana.

Portanto vamos tentar colocar isso por partes.

Em primeiro lugar a Mystic Tribe gostaria de agradecer a todo o público, que desde o início prestigiou e, em sua grande maioria, abraçou a causa da festa, nos deu as mãos e compartilhou conosco esse momento de dificuldade, tentando ao máximo relaxar e esperar a festa acontecer.

Posto isso, cabem algumas explicações e alguns fatos que devem ser de conhecimento de todos, afinal de contas sempre tivemos esse compromisso com o público, dizendo que a festa não é nossa, mas sim de todos que nela estão presentes.

E foi o público que, juntamente conosco, foi guerreiro para fazer tudo acontecer.

Tínhamos toda a documentação necessária para a realização da festa em mãos. Na noite de sexta-feira recebemos uma notificação na portaria dizendo que a mesma estava embargada pois não havia apresentado a documentação necessária para a realização do evento. Com a documentação toda nas mãos, não foi difícil convencer os policiais e a nós mesmos que bastava uma assinatura de outro juiz que a festa aconteceria normalmente. E poderia ser iniciada a qualquer momento.

Por esse motivo, a entrada e o acesso ao local foi liberado. Tudo funcionava na festa, exceto pelo som. Bar, cinema, camping, estruturalmente a festa estava pronta para receber todos confortavelmente.

Com o fechamento da festa, nosso departamento jurídico entrou em ação e no sábado, quando a pista foi ligada, a situação parecia estar prestes a se resolver, mas ainda assim a autorização não saía. Motivo pelo qual o som foi parado no sábado a tarde, e um dos organizadores foi pela segunda vez conduzido à delegacia, enquanto outro sócio ainda tentava resolver a situação no Fórum de São Paulo.
Fomos informados que poderíamos deixar o som do chill out como se fosse um som do próprio hotel, o que nos daria a possibilidade de continuar a festa lá embaixo no sábado. E foi o que fizemos, com metade da noite guiada pela Royal Soul Records e a outra metade com os artistas de dark psychedelic que deveriam se apresentar no mainfloor.

No domingo de manhã a situação foi resolvida e pudemos ligar novamente a pista, reabrir a portaria e fazer a festa acontecer. Claro que nada saiu como o planejado. Nunca seríamos irresponsáveis de construir uma festa daquele tamanho sem ter o suporte legal por trás dela.

Certamente o fato de a festa ter sido embargada prejudicou todo o seu restante, pois não conseguimos focar no controle de outras áreas também importantes. Tudo o que queríamos naquele momento era que a festa começasse, e aí podem ter ocorrido algumas falhas. Falhas que assumimos, nos desculpamos e pedimos a compreensão de todos, pois o que mais importava ali era não deixar a policia fechar a festa e mandar todos embora do local, o que seria desastroso para todos nós.

A revista realmente foi bem intensa. Pedimos desculpas pela grande fila na sexta-feira. Isso aconteceu porque no início a polícia não deixava as pessoas entrarem. Na próxima festa iremos nos organizar melhor, separando mais portas para as revistas. Tinhamos uma previsão de público de 2000 pessoas pelas vendas de ingressos, e esperávamos que todos iam se dividir na chegada. Mas muita gente chegou junto e estávamos com o foco na liberação da festa. Em um certo momento realocamos mais uma equipe para lá e tudo fluiu melhor e a entrada se normalizou.

Sobre os artistas que não se apresentaram: Kindzadza, Symphonix / True Lies e Atmos tiveram seus vôos cancelados pela Iberia e Lufthansa por problemas climáticos causados pelo vulcão na Islândia. Stereographic e Ekanta tiveram problemas com os seus vôos , sabendo da festa embargada os dois não vieram. Circuit Breakers – infelizmente por não ter a certeza da festa continuar ou não o artista não voltou de Vitória para se apresentar.

A Mystic Tribe em sua próxima festa trará Kindzadza, Atmos, Stereographic e Ekanta. O que era para acontecer ainda vai acontecer!

Mais uma vez gostaríamos de agradecer a todos os que se envolveram em nossa história.
Nossos sinceros pedidos de desculpas se fizemos algum mal para alguém. Nossa intenção era justamente a contrária e podem esperar que todos serão recompensados.

Fonte: Comunidade Oficial (orkut)

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domingo, 28 de março de 2010

(02.04) Salada Cartel – A Feira

Está em São Paulo e não sabe o que fazer no feriado? Fica ai uma ótima dica:

Salada Cartel apresenta: A FEIRA, a noite que traz o sabor das cores e culturas.

Aqui se prova de todos mundos, se brindam invenções de todos cantos, de todas as pessoas, de todos os sorrisos... Juntos, buscaremos alegria coltiva, folia, euforia e música boa até o amanhecer.

A FEIRA vem divertida, vem descontraída, vem coroar vocês!
Pegue sua sacola de pano, sorria e pisque um olho ;-)

Line Up:
FunGu
Razi b2b Surv
Di Schmidt Vs. Patu
Deep Trip b2b Margul

Preços: H/M: lista - $10 / porta - $15
Listas: saladacartel@hotmail.com (listas até 1hra da manhã)

Local: Livraria da Esquina
RUA DO BOSQUE, 1236 (Lado "B")
(Barra Funda) São Paulo/SP

Sobre Salada Cartel

Baseada principalmente nos grooves do House, do Techno e da World Music, aqui se prega uma nova visão da dance music moderna, sendo talvez, muito visionária para alguns, ou mística e viajante demais para outros

Amantes da boa música por natureza, André, Gustavo, Ítallo, Marcio e Rodrigo compartilham de uma paixão mútua pelo novo, pela desconstrução do que existe hoje, pela remodelação do que já existiu há tempos, por sons mais orgânicos e por uma diversidade mais ousada e surrealista

“Nós, jovens e entusiastas, sentimos o desejo de criar um “cartel” que levasse nossa “salada” musical à alforria. Algo que fosse direcionado a qualquer pessoa que pudesse se identificar. O objetivo principal é fazer do dancefloor uma porta para o mundo das crenças inusitadas, das selvas tropicais, das culturas pouco conhecidas e da diversidade artística e musical que existe no planeta, além de ir a fundo na busca por diretrizes mais atuais e excêntricas dentro do house e do techno. O som que brota desta salada traz temperos africanos, orientais, latinos, americanos, europeus... E, como não poderia faltar, também o inconfundível sabor brasileiro. Pois, é com uma pitada de cada pedacinho do mundo que se faz pleno o nosso prato, que é feito com amor, para trazer as pessoas para mais perto de si mesmas, para fazê-las enxergar a música eletrônica como algo que hoje caminha lado a lado com toda a cultura universal, e, é claro, para que todos celebrem o viver junto aos seus e junto a nós. E, assim, dançando, todos hão de se conectar desde ao misticismo oculto cravado nas civilizações “pagãs” até à sensualidade e às belezas que transbordam do jazz de New Orleans, das cordas flamencas, da música originalmente “canarinha” e do tango argentino."

"Queremos lhe apresentar o nosso circo, os nossos queridos amigos, o nosso furor e as nossas paixões... Queremos lhe apresentar os bálcãs brutos e debochados, os aborígenes australianos ensandecidos, os sacerdotes xamãs, os feiticeiros tribais, a profecia dos profetas, a sensualidade das dançarinas espanholas, os sultões, a fauna das savanas, os anseios primitivos, os monarcas, os bobos da corte, os ciganos, os faraós, os samurais, os monges, os dissimulados, os trôpegos, os ticanos, os guerreiros, os clérigos, os aristocratas egocêntricos, os céticos, os eremitas, os filósofos, os artistas, os opulentos, os loucos, as bruxas, os fanáticos, os tupiniquins, os errantes, os larápios, os bêbados, os mercenários, os santos, os sábios, as lendas, os cabarés, os dementes, os freaks, a noite, os bambas, as mulatas, as polacas, as meretrizes, as orientais, os rituais, as cantoras alcoólatras, os trumpetistas asmáticos, os cubanos exagerados, os cantos ocultos, as docas, as ideias, os ideais, as políticas, as minorias, o empoeirado, o suburbano, as terceiras intenções, o surreal, o folclórico, o imprevisível, as vontades, os sabores, a força de exprimir, os sentimentos, as vozes da terra, as vozes do espaço, as vozes do inconsciente... O mundo, a arte e o amor. Entre, fique a vontade, beba alguma coisa e sorria... Bem vindo à nossa salada!” :)

Mixes Salada Cartel.

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quinta-feira, 25 de março de 2010

(fotos) Orbital & Kaballah 20.03.10

E a união deu mais do que certo! O festival que uniu os núcleos Orbital e Kaballah no último sábado (20), na Arena Maeda, em Itu/SP, atraiu uma multidão de fãs, que conferiram um formato inédito, com dois palcos principais interligados por um confortável backstage.

O festival começou por volta das nove horas da noite do sábado (20) e se estendeu até uma hora da tarde do domingo (21). Apesar das fortes pancadas de chuva no início, chegando a causar alguns problemas estruturais, o festival correu bem e contou até com a presença de um sol escaldante pela manhã.

A celebração de oito anos da Orbital, com direito a campanha baseada no filme “Os Sinais”, teve a companhia do núcleo Kaballah, posicionado como o festival mais conceituado do país. Os dois palcos principais ficaram lotados o tempo todo, com uma vibração fora do comum.

veja as fotos desta união

O extenso line-up contou com variadas atrações e a pluralidade de gêneros foi um gritante diferencial, tendo o trance e suas subvertentes como pano de fundo tradicional e doses esparsas de techno e house pelos três ambientes. Destaque para as apresentações de Eskimo, 1200 Mics, Krome Angels, Popof, Style Of Eye, Neelix, Amo & Navas, Riktam & Bansi, Jay Haze, Under Construction, Anthony Rother e Joachim Garraud, francês que estreou no país da melhor maneira possível.

E meio que como um bônus, um inesperado back to back tomou conta do encerramento do festival, no abarrotado Cocoon Stage, orquestrado por Renato Ratier e Sis, que já haviam se apresentado individualmente no espaço, mas que não resistiram ao ótimo clima. As atividades se encerraram por volta das 13h00... Que a união continue!

Por: Bruna Armani – Grupo No Limits

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sexta-feira, 19 de março de 2010

Tribaltech MultiCult Art Festival vai invadir São Paulo

A Tribaltech, ou simplesmente TT, deixa de lado um pouco o frio da capital paranaense, local onde nasceu e cresceu e parte para São Paulo.

O Tribaltech Festival chega a São Paulo propondo a convergência entre música, arte contemporânea, tecnologias e interatividade. Seis mega estruturas destinadas à música, cinema e arte, além de várias mostras de cultura alternativa e intervenções urbanas formam o corpo do festival.

Além de grandes nomes da música atual, um concurso multicultural revelará novos talentos em cada um dos espaços - é um convite para que TODOS tragam sua arte para o festival! Se você é DJ, músico, produtor, cineasta e/ou artista plástico, fique ligado, inscreva seus trabalhos e participe do evento.

Música eletrônica, shows, bandas, cinema, arte e tecnologia em um só lugar.

TRIBALTECH MULTICULT ART FESTIVAL – 21.Agosto.2010
www.tribaltech.com.br

FONTE: Comunidade Tribaltech

Veja as fotos da edição 2009

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quinta-feira, 11 de março de 2010

MOB Festival 2010 – video oficial

O Music On Board Festival, ou simplesmente MOB, é um sonho para aqueles que já presenciaram alguma edição e um desejo para quem ainda não viveu três dias em alto mar ao som dos melhores DJs do House e suas vertentes.

Confira o video oficial da edição 2010 e fique por dentro das próximas edições através do site: www.mobfestival.com.br.

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quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

Caça às bruxas: Respect cancelada e manifesto da organização

Infelizmente, mais um capítulo da contínua caça às bruxas às festas de música eletrônica e raves teve lugar no último fim de semana. No dia 19 de dezembro, a festa Respect, que deveria apresentar para o público presente em Suzano – SP as batidas psicodélicas de Twenty Eight, Space Tribe, Odiseo, entre outros, foi lacrada em cima da hora, em mais um sórdido exemplo de truculência , abuso e manipulação da máquina pública contra legítimas manifestações culturais.

Inevitável o adiamento da festa, o núcleo responsável pela organização divulgou o comunicado abaixo. Confiram-no na íntegra:

“ORGANIZADORES DO FESTIVAL RESPECT SÃO VÍTIMAS DE GOLPE DOS ÓRGÃOS MUNICIPAIS DE SUZANO

Foi neste fim de semana que o núcleo organizador do festival Respect constatou que o preconceito, censura e arquitetura de interesses por parte dos órgãos do município de Suzano (SP) usam verdadeiras artimanhas para embargar o tipo de evento que mais antipatizam: as festas de música eletrônica.

Com toda produção impecável, segurança e estrutura perfeitamente projetadas e funcionários a postos, a festa Respect programada para acontecer no último dia 19 de dezembro no sítio da Vovó Marta em Suzano, não ocorreu injustamente devido a uma notificação recebida 1h e 19 min antes de abrir as portas ao público: a secretaria municipal afirmou que o alvará já concedido no dia 18, não tinha mais validade.

Motivo? A falta do AVCB, protocolo de vistoria que, agendada para o dia 17 de dezembro, não teve o comparecimento do corpo de bombeiros. Devido a essa falta, os organizadores do evento tomaram providências para que a destemida vistoria acontecesse o mais rápido possível, ficando então, reagendada para o próprio dia 18 a noite.

Com todas as exigências em vigor de estrutura e segurança, a vistoria remarcada foi IMPEDIDA antes mesmo de sua conclusão pelo secretário público que, acompanhado da polícia e da TV Globo local, afirmou que o festival não iria acontecer pela falta de alvará. Detalhe: o alvará já estava nas mãos dos organizadores e só perdeu sua validez pela falta de conclusão da vistoria, primeiramente não realizada pelo não comparecimento do corpo de bombeiros na data agendada e que, quando estiveram presentes em outro dia, foram impedidos de realizarem seu trabalho.

De mãos atadas, couberam aos organizadores recorrer a uma liminar de segurança enviada ao fórum de Mogi na qual foi negada.

Todo esse sensacionalismo apresentado no resumo contraditório pela 4ª VARA CÍVEL DA COMARCA DE SUZANO, é exemplificado no trecho “impedir a realização de festa rave neste município, sob fundamento de que o poder público não foi avisado anteriormente da referida festa”, não tem fundamento. Desde o dia 02 de dezembro/2009 todos os órgãos da Polícia Militar, Guarda Municipal, Delegacia e Departamento de trânsito foram notificados do evento, com todas as informações que precisam saber como prova de que o festival Respect poderia acontecer pois atendia todas as necessidades demandadas pelo Ministério Público.

Neste mesmo documento ficamos sem entender quando lemos: “nem mesmo estrutura mínima para segurança dos participantes, os quais normalmente são crianças e adolescentes”. A vistoria que comprova as ótimas condições para a realização do evento foi ignorada, manipulada e dissimulada. Além disso, como todos já sabem, a venda de ingressos só acontece para maiores de 18 anos, não permitindo a entrada de crianças e adolescentes, como foi citado pelo diretor de receita.

A bela estratégia amarrada entre todos os órgãos de Suzano/SP para finalmente conseguir uma boa verba, tem multa diária de R$ 200.000,00. O curioso de tudo é receber com exatidão de tempo ligações suspeitas por um escritório de advocacia que por “apenas” R$ 60.000,00, talvezpudesse remanejar todo o cenário e fazer acontecer o evento.

O objetivo deste comunicado é justificar o embargamento do evento e ilustrar que, de forma alguma, foi pela inexperiência ou falta de profissionalismo dos organizadores, pelo contrário. Também um sincero pedido de desculpas aos que compareceram no local por não terem sido avisados a tempo e aos que, assim como nós, gostariam muito que o festival tivesse acontecido, sabemos que teria sido um momento único de celebração, assim como todas as outras edições foram.

A Respect se sente em dívida com o seu público e precisa de seu reconhecimento para que a festa ainda continue. Considerem um adiamento do festival programado para o início de 2010, com mais atrações, estrutura e decor que irão comprovar porque o núcleo é respeitado e admirado na cena de música eletrônica do Brasil. Contamos com vocês neste momento para que entendam nossa frustração e juntos, com certeza, iremos fazer de nossa 9a edição a melhor da história da Respect!

Sobre os ingressos, os mesmos que seriam utilizados na entrada desta edição no dia 19/12 poderão ser utilizados para a nova data, que deverá ser divulgada em janeiro/10. Quem comprou o ingresso e não puder comparecer nesta próxima data ainda a ser definida, providenciaremos a devolução do dinheiro após o acontecimento da mesma.

Aguardem novidades em breve no site: www.respect.art.br

E que venha 2010!

Fonte: Psicodelia

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quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

No Limits e Tribe encerram parceria de 2 anos

Através de um comunicado oficial, divulgado à imprensa nesta semana, a No Limits informa que não é mais parceira do núcleo Tribe. Leia abaixo o comunidado na íntegra:

"As produtoras It’s Magic e No Limits Eventos comunicam que, a partir de Outubro de 2009, os eventos TRIBE não mais serão produzidos em parceria com a No Limits Eventos, encerrando um período de 2 Anos (2007-2009) na organização de eventos em conjunto com a It’s Magic. A It’s Magic agradece a No Limits Eventos todos os esforços durante este período e informa que anunciará, em breve, sua programação para 2010.

Fonte: Essentiral

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sábado, 21 de novembro de 2009

Universo Paralello divulga novos nomes

A organização do Universo Paralello divulgou na noite de ontem (20.11) novos projetos que estarão na próxima edição do festival ‘substituindo’ outros, que por motivos pessoais não poderão comparecer. Destaque para Hector Stuardo aka Ovnimoon, um dos pioneiros na cena eletrônica no Chile.

Veja abaixo o comunicado extraído da comunidade do festival.

CANCELAMENTOS - REPOSIÇÕES UP CREW
Boa noite a todos,

Estamos aqui para falar dos cancelamentos e reposições.

Absolum cancelou com a gente, pois os japoneses compraram a passagem de retorno dele para o dia 04 de janeiro, o que impossibilitou que ele viesse. A opção foi dele e não nossa, temos um e-mail dele alegando isso.

Tetrameth, ele viria para tocar na Tribe e nos falou que estaria no Brasil. Semana passada ele nos manda um e-mail pedindo uma passagem da Austrália. Checamos todas as possibilidades mas o preço do vôo está mais do que R$ 7.000,00. O que impossibilitou a sua vinda, esse ano todos os artistas são exclusivos do festival. Não vamos ter nenhuma contribuição financeira nessas passagens internacionais.

Sensient preferiu ficar na Austrália esse ano por uma opção pessoal.

One Tasty está 100% confirmado.

Novas atrações:
PLEIADIANS – IT
ETNICA – IT
LISH – IL
OVNIMOON – CL
ANTIDOTE – FR

Fonte: Comunidade Oficial do Universo Paralello

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quinta-feira, 5 de novembro de 2009

(xxxperience 13 anos) - Killer on the DanceFloor

O nome condiz com a realidade. Killer on the dancefloor é um grupo matador! O trio paulistano é
formado pelos djs/produtores Phillip A, Ali Disco B e Fatú. Com raízes musicais distintas os três
trabalham juntos uma mistura eclética de diversos estilos sonoros, criando um novo jeito de mostrar as
suas músicas.

Com um avalanche de remixes lançados em blogs e lojas especializadas em venda de músicas eles já
trabalharam com nomes como MixHell, Bonde do role, N.A.S.A., Turbo Trio, Princess Superstar, Larry
Tee, The Fire and Reason, The Q-mists (banda do vocalista do Faith no more), Pequeno Cidadão, Edu
K, Mc Gringo, Alexander Technique, Kassiano Nossa, dentre muitos outros grandes artistas ao redor
do planeta.

Em setembro de 2009 lançam o single debuntante "Gringo Oba Oba" pelo selo Djs Are Not Rockstars,
com excelentes reviews incluindo um do mestre Felix Da House Cat em seu disputado blog.
Suas explosivas apresentações renderam um lugar nos melhores palcos nacionais em festas e
festivais como Skol Beats 2008, Motomix 2008 Brazil Fashion Cruize 2009, Chemical Festival 2009,
XXXperience edição especial 2009, Spirit of London 2008, Pachá (SP), D-Edge (SP), Glória (SP), Bar
secreto (SP), Pink Elephant (SP), Clash (SP), Vegas (SP),Penelope (RJ), Circuit Club (SC), Sedna
Lounge (GO), Roxy (BH), Joquey Club (Caxias do Sul), e até no reality show "A fazenda" ao vivo em
rede nacional, dentre muitos outros lugares. Além disso promovem frequentemente a festa Crew
(eleita melhor festa pela revista Folha Ilustrada) ao redor do Brasil e comandam o Oi FM na pista as
sexta-feiras (eleito pela revista Dj Mag o melhor programa de música eletrônca do Brasil).

Não é a toa que já se apresentaram em palcos com aritstas como Justice, Digitalism, Pendulum, Steve
Slingeneyer (Soulwax), So me, Tittsworth, Metric, The go team!, Fujiya & Miyagi, Steve Aoki, Designer
Drugs, Mix Hell, Bonde do rolê, Mehdi (Scenario Rock), Larry Tee, Zegon e Squeak E. (N.A.S.A.) ...
Sem dúvida o trio demonstra porque vêm sendo umas das atrações mais comentadas nas melhores
festas.

Fonte: smartbiz.uol.com.br

XXXPerience 13 anos
Jardim das Energias – Eco Stage
14.11.2009 @ 03h00
www.myspace.com/killeronthedancefloorbr

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quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Governo argentino nega autorização para Creamfields

Quem já estava armando a trip para a Argentina para curtir um dos maiores festivais de música eletrônica da América Latina vai ter que esperar um pouco mais. O governo porteño negou ontem a autorização para o festival Creamfields Buenos Aires 2009 acontecer.

O site oficial do evento ainda não divulgou nada, mas segundo o jornal argentino Clarin, os organizadores do evento não cumpriram com os requisitos exigidos para a realização do festival, que aconteceria no dia 7 de novembro no clube GEBA. A decisão foi oficializada através de um comunicado da Agência Governamental de Controle Argentina. Lá indica-se que a empresa organizadora do evento não cumpriu uma série de requisitos imprecindíveis para autorizar o festival.

As autoridades estão apurando a venda de ingressos antecipados, sem contar com a autorização judicial necessária. Portanto toda venda de ingresso deve ser interrompida. Pelo jeito, além de ter problemas para realizar o evento a organização ainda vai ter que se explicar pela venda de ingressos antecipados.

Desejamos toda sorte do mundo ao hermanos, que sempre fizeram um ótimo festival para todos que gostam da boa música.

Por Fred Martins – Revista Goma

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domingo, 18 de outubro de 2009

Tribe Curitiba é adiada [fotos do local]

Comunicado Oficial Tribe

Devido à grande chuva da semana e especialmente na madrugada e manhã deste sábado, 17.10.2009, os oficiais do Corpo de Bombeiros competente compareceram ao local do evento.

Conforme análise técnica do Corpode Bombeiros CB/CMPR, decidiu-se por ADIAR o mesmo, haja visto o enorme volume de água e o terreno acidentado, que representariam risco ao público.

O evento foi TRANSFERIDO para o dia 24.10 (próximo sábado), no mesmo local, preservando ao máximo a estrutura e line up planejados.

Contamos com a compreensão de todos e acreditamos que esta foi a melhor opção diante da situação e a que melhor garantirá mais uma grande edição da Tribe.

Aguardem maiores informações ou entrem em contato com a organização pelo telefone (41) 3284-3344 - Na segundafeira, à partir do meio dia.

Fonte: http://multicult.tribaltech.com.br


Fotos: Renan Martinelli

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quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Tribe 9 anos é cancelada

 

COMUNICADO OFICIAL TRIBE 9 ANOS

Amigos,
Neste ano de 2009 não realizaremos a tradicional festa de dezembro em São Paulo, ano que marca o aniversario de 9 Anos da Tribe.

Não é a primeira vez que isso acontece. Talvez poucos se lembrem que em 2001 a Tribe não comemorou o seu primeiro aniversário. A primeira celebração da data viria apenas um ano depois, na Tribe 2 Anos em 2002.
A idéia de não realizar essa festa surgiu do sentimento do grupo de que é chegada a hora de uma grande transformação para a Tribe.

Muitas coisas estão sendo pensadas desde que nos demos conta de que no ano que vem, completaremos 10 Anos de vida. E gostaríamos de aproveitar essa marca incrivel para realizar algo ainda mais especial e a altura da nossa historia.

Pela dimensão e complexidade do projeto 10 Anos, é possível que todo o foco em 2010 seja no sentido desta realizacao: uma data, um grande festival, a celebrar os 10 Anos de jornada! E optamos por canalizar nossos esforços nesta direção desde agora.

Nesta empreitada, queremos poder contar com as idéias, sugestões e opiniões de quem mais entende de Tribe: você.
Aguarde, e vamos construir juntos a Tribe 10 Anos!

Luz a todos!

Por: Bruna Armani – Grupo No Limits

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Festa imaginária - Um ato de protesto (Flash MOB)

A conquista do tempo livre no mundo do trabalho e estudos transcende o direito de descanso e implica a oportunidade do exercício de funções individuais tais como distrair, desenvolver-se etc. Portanto, o tempo livre se inscreve num tempo social que permite a livre expressão do individuo em sociedade.

O lazer pode se tornar um tempo de “fuga” ou “anestesiante” o lazer que esvazia o homem de sua interioridade pelo processo de massificação. É o vazio, o nada, o tédio, a alienação que vem como lazer, porém, aqui podemos encarar mais como um “antilazer”. E não é desse tipo de lazer que estamos falando!

É justamente nesse sentido que vemos o papel social importante das festas de musica eletrônica que abrem espaços no interior da sociedade e ela não é apenas um espetáculo onde se joga com a realidade e com o imaginário, mas, igualmente, oferece a possibilidade para uma participação ativa onde se criam momentos para a libertação física e psíquica propiciando a vivencia da conviviabilidade e solidariedade.

A festa é uma verdadeira “recr(e/i)ação” ao contrario de muitas formas de lazer pobres em criatividade, convivialidade e comunhão cominutária. Somos ainda capazes de resolver, pelo menos no plano simbólico, as contradições da vida social, apontando assim, para seu poderoso papel de mediador entre as estruturas econômicas, bem como entre as diferenças sociais e culturais, estabelecendo pontes entre grupos e indivíduos, realidade e utopias, além de suas mediações simbólicas entre o sagrado e o profano. Um ritual moderno capaz de reforçar o sentido de cidadania proporcionando um despertar da consciência do grupo, de comunidade. Por essas razões, entre outras, às festas, tem uma tríplice importância: cultural, por colocar em cena valores, projetos, artes e devoção; como modelo de ação popular e como produto turístico capaz de revitalizar e revigorar muitas cidades.

Pelo fim da burocracia.
Pela liberação das raves.
Pela música eletrônica como movimento cultural.

Como vai funcionar
Flash Mob são aglomerações instantâneas de pessoas em um local público, para realizar determinada ação inusitada, previamente combinada, após o que, as pessoas se dispersam tão rapidamente quanto se reuniram.

A duração desse FM (Flash Mob) é de 30 minutos.

Onde?
Cinelândia – Centro do Rio de Janeiro em frente à Câmara

Porque participar?
Será um ato irreverente e civilizado de protesto. Queremos chamar atenção e assim despertar a curiosidade.

Sua participação é fundamental, assim como o seu bom humor.

Tudo será registrado, filmado, fotografado e vamos repercutir o máximo que pudermos esse ato na mídia, pra que assim, possamos criar debates a respeito do tema.

O que devo levar?
- I-pod, ou qualquer tocador de musica;
- Fones de ouvido;
- Suas melhores musicas;
- Malabares;
- Se vista como se estivesse indo pra uma noitada ou de forma bem irreverente.

Vídeo de inspiração

As 18 hr em ponto a ação ira começar, tendo como “start” o som de um apito.
Dêem o play nos seus tocadores de mp3 e ajam como se estivesse em uma festa real, dançando, bebendo alguma coisa, batendo um papo com o som nas alturas… enfim… CHAME O MAXIMO DE ATENÇÃO! Faça com que as pessoas que estejam passando pelo centro, não entenda nada do que esta acontecendo ali!

Teremos algumas performances acontecendo, como malabaristas e uma performance chamada CORPINTURADAS (veja o vídeo pra mais detalhes).

Cartazes serão distribuídos e você também pode trazer o seu.

NÃO traga nenhum cartaz sobre drogas. O controle dessas substancias é responsabilidade do governo e não temos nada haver com isso. O uso ou repudio a essas substancias é algo pessoal e que também nada tem haver com essa ação.

E quando acabar?
As 18:30 em ponto saia do foco da ação. Não de explicação a ninguém. Simplesmente aja normalmente, como se aquilo tivesse sido um “surto” e saia deixando as pessoas curiosas…

As pessoas que participarem, podem marcar alguma coisa antes ou depois da ação, porém pedimos, pra que o efeito do FM não se perca, que se houver algum encontro, não seja no mesmo local.

Divulgue, divulgue, divulgue!
Pedimos a sua participação ativa nesse momento para poder convocar a todos pra esse ato, que além de ser uma nova forma de protestar, sem duvida será muito divertido.

É hora de demonstrar nossa união independente do gênero musical em nossos tocadores portáteis de musica, estaremos ali por acreditar que através da UNIÃO podemos começar a mudar as coisas por aqui.

Musica Eletrônica é Cultura! Esteja presente!

Fonte: Blog do Roosevelt

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