quarta-feira, 1 de julho de 2009

Disco-samba-jazz-techno

Primeiro álbum de Renato Cohen traz preciosismo e riqueza musical para a música eletrônica

Sempre enxerguei o nosso querido Renato Cohen como um perfeccionista. Cuidadoso em seu trabalho, consciente e auto-crítico, sem se deixar seduzir pelo lado cheio de pompa que a música eletrônica às vezes tem e por seu próprio sucesso, Renato sempre levou esse esmero, capricho e preciosismo para suas produções e para seus sets. E ano ia, ano vinha e o tão comentado (e aguardado) primeiro álbum do Cohen estava sendo lapidado em seu estúdio, enquanto a gente morria de curiosidade do lado de fora.

Finalmente, saiu essa semana, o álbum Sixteen Billion Drum Kicks, lançado pela Sino Records - selo do francês Charles Siegling, pessoa por trás do projeto Technasia e velho amigo e parceiro de Renato. O disco pode ser considerado seu trabalho mais pessoal, e reflete um pouco do rico universo musical que Cohen vive e respira. Ele sempre deixou bem claro que fora do trabalho e dos clubes, o que ele ouve mesmo é o bom e velho jazz, assim como funk e disco - que garantiram aquela levada cheia de suíngue e groove em suas produções que fazem a gente reconhecer a música do Renato em qualquer pista do mundo.

As participações especialíssimas de nomes como o mestre do Samba Rock Marku Ribas e a lenda do samba Bocato apontam essa vontade de Renato de oferecer algo mais do que um simples disco de música eletrônica e proporcionou aos ouvidos uma experiência musical que reuniu (e transcendeu) diversos estilos, culturas e gerações.

No meio de tanta segmentação, o disco vem na contramão ao oferecer sonoridades diferentes que influenciaram a música de Renato e é um sopro de frescor nesse caldeirão de música pasteurizada que bombardeia nossos ouvidos todos os dias. Ao invés de ceder ao que a imprensa elegeu como o "som do momento", Cohen simplesmente preferiu manter-se fiel ao que gosta e acredita, e o tempo provou que essa honestidade se tornou seu grande diferencial.

Quem tem conferido seus últimos DJ sets, tem visto um Renato Cohen cheio de vontade de tocar, se divertir e surpreender. Noite dessas no Clash em São Paulo, foram horas daquele techno e house incendiários que o fez conhecido, mas com momentos de muita gente boquiaberta na pista com obscuridades da disco que ele soltou no meio do seu set. E quando me preparava para sair do clube, ouço uma faixa familiar com uma voz aguda e anasalada gritando das caixas de som do clube... era "Ring my Bell" de Anita Ward! Sim, era mesmo aquele clássico do final dos anos 70, que embalou muitos passinhos nos tempos do Studio 54. Passada.

Renato contou que a partir de 2003 "quando comecei a tocar muito na Europa, passava meses em Berlim, e todas as lojas de lá tinham uma seção de reedições da disco. Eu comprava um monte desses discos por puro vício, nunca pensei em tocar isso num clube, ainda mais no meio de um set de techno".

Muita coisa mudou no cenário musical de uns anos para cá, com a internet e o mp3 democratizando o acesso à música. Isso permitiu às pessoas uma gama maior de opções, de informação, e um gosto musical bem mais eclético, "há 10 anos atrás, seria impossível fazer um álbum como o meu, que vai do techno ao samba jazz" diz Cohen.

A espera valeu a pena e o disco veio em hora certa. Sixteen Billion Drum Kicks é desde já um dos meus lançamentos favoritos do ano e promete ser mais um marco na história cheia de sucessos desse produtor e DJ brasileiro que enche a gente de orgulho.

Tracklist:
01. Mágica (feat. Technasia)
02. Cosmic Man (feat. Technasia & Marku Ribas)
03. Samba Who (feat. Technasia & Igor Willcox)
04. Acida (feat. Technasia)
05. Jaxx (feat. Technasia)
06. Power
07. Street Dancer (feat. Technasia)
08. Shout (feat. Technasia)
09. Summer Rain
10. Corazón
11. Sunrise (feat. Technasia & Erik Escobar)
12. Pontapé Jazz (feat. Bocato and New Samba Jazz)
13. Cultura Em Constante Movimento (feat. Technasia)
14. Bonus track: Jaxx (90's Mix)

Quer mais informações?
www.myspace.com/renatocohen
www.technorient.com

Por Eli Iwasa - djmag

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segunda-feira, 29 de junho de 2009

A magia no paraíso

Já começa nesta quinta (02) o weekend da XXXPERIENCE na Costa do Sauípe, o maior complexo hoteleiro da América Latina, considerado um verdadeiro paraíso, pela beleza, luxo, conforto e natureza do local. Então é hora de saber tudo sobre a edição mais premium da história da maior festa open air de música eletrônica do Brasil.

Os Hotéis

O público estimado em cerca de duas mil pessoas estará dividido nos seguintes hotéis: Sauípe Suítes, All Inclusive e as Pousadas. Em qualquer uma das situações, o que vale é que se está na Costa do Sauípe, e mais: na XXXPERIENCE Costa do Sauípe! Com muito luxo e conforto, as acomodações variam em quartos single, duplos e triplos.

As Festas

Warm-up Party: O weekend começa na quinta-feira (02/07) com um Warm-Up na Vila Nova (Coreto), a partir das 22h00, com todo o conceito de uma autêntica vila baiana, em um ambiente que será estrategicamente tematizado. No comando da festa, DJs como Black & Decker, João Loop, Frank CK e Flow & Zeo irão se revezar pra garantir o aquecimento oficial do extenso fim de semana.

Pool Party: Na sexta-feira (03/07) acontece a festa na piscina, a partir das duas horas da tarde. É a badalada Pool Party, que neste ano contará com o som de artistas como Paulo Jardim, André Pulse, Gaz James, Felguk, Flow & Zeo, Gabe, Tim Healey e Under Construction. Detalhe: em meio a muita natureza, na região entre a piscina, o mangue e o mar. Imperdível!

Beach Party: Pra encerrar o weekend com chave de ouro, a XXXPERIENCE chega pela primeira vez à beira da Praia! Ou seja, ainda mais natureza para o público presente. A paradisíaca Praia dos Coqueirais vai receber no sábado (04/07), a partir das 16h00, atrações como Wrecked Machines, Propulse, Feio, David Amo & Julio Navas, John Acquaviva e D-Nox, que farão a alegria do povo que estará com os pés na areia.

além das festas...

São seis quilômetros de praia, incluindo uma rede de luxuosos hotéis com áreas de lazer, playground, campo de golf, spa, passeio a cavalo, tirolesa, academias, piscinas e trilhas, dentre outras maravilhas naturais, sem contar os sofisticados restaurantes, que oferecem uma culinária abrangente e extremamente qualitativa. Basta relaxar e aproveitar!

ainda dá tempo...

Você ainda consegue comprar seu pacote pelo Essential Tour, através do site www.essentialtour.com.br e do telefone (11) 2128-2711.

Por: Bruna Armani - Grupo No Limits

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domingo, 28 de junho de 2009

(video) Lidando com experiências psicodélicas difíceis

O vídeo a seguir, produzido pela MAPS (Associação Mutidisciplinar para Estudos com Psicodélicos), procura estabelecer princípios gerais de como prestar apoio e ajuda a alguém que está passando por uma experiência psicodélica difícil, a tão falada bad trip (má viagem): um dos eventos mais preocupantes no que diz respeito aos danos psicológicos severos no uso recreativo e ilícito de substâncias psicodélicas.

Lidando com Experiências Psicodélicas Difíceis // MAPS // Redução de Danos from Projeto Ultralice on Vimeo.

Apesar de a maioria destes químicos figurar como substâncias proibidas, é preciso reconhecermos que o seu uso acontece em variados lugares e por variados grupos de pessoas, principalmente pelos jovens. Este uso abusivo e inconsciente, que a incompetência de um proibicionismo violento e arbitrário não é capaz de sanar, incide em um submundo de riscos reais que nós, em função de um monolítico tabu, preferimos não enxergar.

Uma das mensagens mais importantes do vídeo diz respeito à maneira como o proposto ajudante acaba interferindo na experiência (bad trip): na maioria dos casos, este ajudante procura distrair a pessoa sob efeito do psicodélicos da sua experiência, que naturalmente inclui momentos de desconforto e desgate psicológico. Esta atitude, ao contrário do que se supõe, pode contribuir para o agravamento da situação. Portanto, o ideal é que se permita à pessoa explorar livremente, fornecendo segurança e companhia, inclusive estes momentos de desconforto, sem estimulá-la a fugir ou escapar das suas sensações. "Difícil" não é necessariamente "ruim".

A intensão da MAPS é divulgar informações que, imprescindivelmente, precisam alcançar diversos meios, principalmente a família e as escolas, altamente despreparadas para lidar com a complexidade das substâncias psicodélicas: um grupo de alcalóides impregnado por uma antiquíssima história de utilização pelo homem e que, nos últimos 50 anos, tornou-se o protagonista de uma série de eventos científicos, sócio-culturais e políticos.

Fonte: Projeto UltrAlice

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(fotos) Kaballah Itu (SP)

O mais difícil depois de uma queda é se levantar e a Kaballah mostrou nessa sua última edição, realizada na cidade de Itu, que é sabe muito bem como superar adversários e preconceitos. Em março deste ano o núcleo de Campinas foi obrigado a (cancelar) adiar aquela que seria a maior edição da Kaballah horas antes do ínicio da festa. O motivo: PRECONCEITO.

Proíbidos de realizarem a festa em sua "casa" os organizadores da Kaballah buscaram saida na cidade vizinha de Itu e carregando o (lema) "Ninguém para a Kaballah" trouxeram, no último final de semana (20.06.2009), de volta toda a magia e espírito que envolve o nome desta que a cada edição vem conquistando cada vez mais amantes da cena eletrônica.

A Kaballah é considerada por muitos uma festa diferente das demais, principalmente pelo público que atrai e pelo line-up de suas edições. A edição do dia 20 não foi diferente, as pouco mais de 13 mil pessoas que sairam de suas casas para enfrentar o frio do interior paulista, delirarem ao som acelerado de projetos como Perplex e entrarem em transe com as baixas batidas dos sets dos brasileiros Gugha e Eli Iwasa e dos gringos Dusty Kid, Popof e da dupla espanhola Amo e Navas.

No main stage a falta de uma tenda foi compensada por um painel circular que muitas vezes, graças a uma combinação de luzes e fumaça, se parecia um disco voador prestes a levantar vôo, além de exibir os nomes dos DJs e também o recém criado slogan "Ninguém para a Kaballah". Já na pista que levava o nome do selo Cocoon, a sócia do clube campineiro Kraft, Eli Iwasa, com um set cheio de grooves e graves que levavam o frequentadores do Cocoon Stage ao delírio mostrou mais uma vez porque é considerada a melhor DJane de minimal do país. Destaque para as tracks: Sidechains (Joseph Capriati), Sweep the Floor (Joris Voorn) e Techno Vocals (Marc Houle).

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sábado, 27 de junho de 2009

Os doces de Simian Mobile Disco

O segundo albúm do duo inglês Simian Mobile Disco ainda nem chegou as lojas, porém as músicas de Temporary Plesure já começam a cair na rede. O primeiro clip, do single "Audacity of Huge", com vocais de Chris Keating, do Yeasayer, já pode ser visto pelos fãs no canal oficial do SMD no youtube.

Os diretores Kate Moross e Jo Apps abusam dos planos coloridos de sorvetes e balas. Para quem conhece o trabalho dos ingleses vai se deliciar com o clip. Para quem não conhece, fica a chance de conhecer.

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sexta-feira, 26 de junho de 2009

A morte do "Rei do pop"

Durante as últimas horas as páginas da internet e dos jornais foram preenchidas por fotos, videos e textos sobre Michael Jackson; as programações das TVs e rádios destacaram horas de sua programação a morte do "Rei do Pop". Mesmo não sendo fã dele tenho que reconhecer que realmente o cara merece todas essas homenagens.

Hoje fui OBRIGADO a ler pelo menos uma matéria sobre a vida de Michael, afinal ocupando quase meia capa do G1 em uma eu tinha que clicar. Mas a matéria mais interessante e "completa" que achei foi a escrita pelo Camilo Rocha para o site rraurl.

Será que um dia chegaremos a ter um ídolo na música eletrônica assim como os Beatles e Elvis foram para o rock, Madonna e Michael Jackson para o pop e o Nirvana para o grunge?

Michael Jackson (1958-2009)
Michael Jackson morreu nesta quinta-feira (25) aos 50 anos, vítima de uma parada cardíaca.

O cantor sofreu o ataque do coração no início desta tarde e foi levado ao hospital UCLA Medical Center, em Los Angeles, mas, segundo o jornal, os paramédicos não conseguiram reanimá-lo. Ele não tinha pulso quando foi atendido pelos médicos.

MEMÓRIA
A enxurrada períodica de notícias escandalosas envolvendo o nome de Michael Jackson desde os anos 90 fez muita gente esquecer uma verdade incontestável: ele foi um dos dois maiores artistas pop dos últimos 50 anos (o outro foi Elvis). E é esse o Michael Jackson que seus milhões de fãs ao redor do mundo vão guardar na memória.

Então, vamos esquecer um pouco as acusações de pedofilia, o bebê sendo balançado na varanda do hotel, as máscaras anti-germes e as sucessivas cirurgias plásticas que transformaram seu nariz num pedacinho de cartilagem.

Vamos lembrar do menino-prodígio que, aos 10 anos, subia nos palcos já como líder de seu grupo, o Jackson 5, e que, com seu carisma solar e passos de dança impecáveis, ofuscava todos seus companheiros de banda/irmãos mais velhos. Desde essa época, Michael era famoso, adorado e vendia milhões de discos, carregado por hits como "ABC" e "I Want You Back".

CARREIRA-SOLO
A carreira-solo era inevitável. Mesmo durante a existência do Jackson 5 (depois rebatizados de The Jacksons), Michael já era levado para gravar sozinho no estúdio, gerando sucessos como "Ben" e "I'll Be There". E tratado como A estrela, O especial.

Seu pai o educou segundo uma disciplina rígida (sua mãe era testemunha de Jeová), e consta que era comum que Michael apanhasse. É nesse misto de tratamento de reizinho com severidade familiar, de privilégio com trabalho incessante, que foi criado o menino Michael. Alguém acha estranho ele ter virado o que virou? Michael Jackson nunca viveu como gente normal.

Em 1979, Michael lançou seu primeiro álbum-solo, Off the Wall, produzido pelo maestro Quincy Jones. O disco foi um sucesso global e abriu caminho para o álbum em que Michael deixou de ser apenas um cantor muito famoso para virar um fenômeno musical que só encontra paralelo em Elvis Presley. Este álbum era Thrilller, que saiu em 1982.

THRILLER
Todas, eu disse todas, as músicas de Thriller viraram hits. "Billie Jean", "Beat It", "Human Nature", a faixa-título, são todos clássicos eternos. O disco é até hoje o álbum mais bem-sucedido da história, tendo vendido entre 100 e 109 milhões de cópias. Muito do sucesso do disco veio da aposta de MJ numa nova mídia, os video-clipes, que o mundo assistia e tentava copiar seus incríveis passos de dança (como o Moonwalk, o passinho para trás assumidamente inspirado no breakdance).

Mas Michael, sendo Michael, não fazia clipes, fazia super-produções. O vídeo de "Thriller" tinha 13 minutos e foi dirigido por John Landis, que fez os Irmãos Cara-de-Pau. A estreia de um novo clipe no Fantástico, que era onde se viam novos clipes na TV brasileira no começo dos anos 80, era um evento nacional que todo mundo comentava no dia seguinte.

PÓS-THRILLER
A performance de Thriller foi tão superlativa que seria diíficil repetí-la. O disco seguinte, Bad (1987), foi um estouro também, com várias músicas em número um, mas o impacto já foi bastante menor (vendeu "apenas" oito milhões de cópias). Para muitos críticos, ele não atingia a genialidade artística e comercial de Thriller, repetindo algumas de suas fórmulas. Dangerous, de 91, teve sucessos como "Black or White" e "Remember the Time", mas tinha um conjunto bem irregular.

A essa altura, as excentricidades de Michael Jackson já alimentavam os tablóides de todo o mundo. Ele dormia numa câmara hiperbárica para retardar seu envelhecimento. Ele comprou um rancho na Califórnia para morar e o batizou de Neverland (Terra do Nunca). Lá montou parque de diversões, trenzinho, salas cheias de brinquedos e um pequeno zoológico. E sua predileção por ficar mais na companhia de crianças do que de adultos ganhou fama. Ele adquiriu os direitos para todo o catálogo das músicas dos Beatles (depois Paul McCartney recompraria parte delas).

CURVA DESCENDENTE
Em 1993, a carreira de Michael Jackson começou uma longa e triste curva descendente. Ele foi acusado de molestar um menino de 13 anos que frequentava sempre sua casa. Levado para os tribunais, seu nome foi arrastado na lama dos tablóides. Ao mesmo tempo, ele passou por uma clínica de reabilitação para curar um vício em analgésicos. O casamento com Lisa Marie Presley (filha de Elvis) em 94 não durou muito; 19 meses depois eles já estavam separados.

Em 95, o sucesso do single "You Are Not Alone" acenou para uma recuperação de sua carreira. Musicalmente, era talvez a coisa mais melosa e sem graça que ele já gravou. E foi fogo de palha. O álbum que trazia a música, HIStory, basicamente uma coletânea, foi uma decepção nas vendagens.
No ano seguinte, Michael casou de novo, com a enfermeira Debbie Rowe. Com ela teve dois filhos, Prince Michael Jackson Jr. e Paris Michael Katherine Jackson. Em 1999, eles se divorciaram.

O álbum Invincible, o primeiro de material todo inédito desde Dangerous, foi lançado em 2001. Apesar de vender razoavelmente bem, não chegava aos pés da fase dourada do cantor e logo foi esquecido.

Este ano, uma série de 50 shows em Londres foi anunciada, como mais uma tentativa de retorno triunfal de Michael Jackson. Os ingressos esgotaram para todos os shows e pela primeira vez em muito tempo o foco das notícias sobre Michael Jackson tinha a ver com música e não com algum escândalo. Pena que ele não teve tempo de coroar novamente o seu reinado no pop.

Por Camilo Rocha - rraurl

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quinta-feira, 25 de junho de 2009

Depeche Mode - Peace

Mais uma música lançada pelo grupo inglês em seu último albúm (Sounds of The Universe). No clip os diretores Jonas e François tentam resgatar passado comunista da Romênia e para isso utiliza muito bem os cenários, figurino e lógico a bélissima atuação da atriz Maria Dinulescu.

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Trendsetters você conhece algum?

Com certeza você já deve ter visto ou escutado alguém comentando sobre o video abaixo. Porém, fugindo um pouco do assunto do blog, achei um texto bem interessante que liga esse video com o termo: trendsetters. Esse termo é usado no marketing para definir as pessoas que iniciam as tendências, se você gosta dessa área de MKT, publicidade e afins vale a pena a leitura do artigo e também favoritar o blog CHMKT.

Um inicia. O outro atrai a multidão.

O Luiz Felipe Barros, do Onbranding, postou um texto muito bom sobre dois tipos de consumidores: os trendsetters e os trendspreaders. O vídeo acima, que se passa em um festival de música - também postado lá -, ilustra muito bem cada um deles.

Os trendsetters são aqueles que iniciam as tendências. No vídeo, estamos falando da pessoa que começou a dançar sozinha. Passado um tempo, ele ganha a companhia de outra pessoa, que não possui um papel marcante no processo. Com 55 segundos de vídeo, aparece um terceiro indivíduo, o trendspreader e, rapidamente, temos muitas pessoas envolvidas.

Segundo o Luiz Felipe, muitas marcas buscam se comunicar com os trendsetters, na esperança de que seu produto caia no gosto deles e que eles ajudem a formar a opinião da parte de baixo da pirâmide de consumo influenciando a grande massa. Apesar dos trendsetters estarem no topo da pirâmide e serem de fato os early adopters (os primeiros a adotar um produto), nem sempre são eles que de fato ajudam a espalhar algo para as massas. Os trendspreaders, em contrapartida, não são necessariamente os primeiros a adotar algo. No entanto, por serem grandes hubs (pessoas com grande número de contatos e credibilidade em seus círculos sociais), conseguem espalhar conteúdos com grande eficiência.

Na verdade, não se trata de algo novo. Muitas empresas, principalmente voltadas à tecnologia, disponibilizam seus produtos, ainda no início do ciclo de vida, para os trendsetters, também chamados de consumidores Alpha. Esse público entende do assunto, é muito criterioso e ajuda muito nos testes de produto, mostrando caminhos para inovações e incrementos. São, geralmente, aquelas primeiras pessoas a assistirem um determinado filme, a possuir um modelo novo de celular, a vestir uma nova cor de roupa. Se a relação deles em relação ao produto for positiva, as chances de obter sucesso no mercado são maiores.

Os trendspreaders, também chamados de consumidores Beta, são os que disseminam essa informação, levando as novidades até a massa. Eles formam o elo entre a marca e a grande parcela do público. São também conhecidos como formadores de opinião. Muitos deles possuem blogs e são muito ativos nas mídias sociais. No Twitter, por exemplo, os publicitários – trendspreaders pelas próprias exigências da profissão – correspondem a 16,7% do total de usuários no Brasil, segundo pesquisa da Bullet.

As motivações de cada grupo são bem diferentes. Enquanto os Alpha buscam novidades para se diferenciar da multidão, os Beta adotam o novo para se destacar e manter sua posição de referência. Para eles, o prazer está mais ligado ao fato de ser seguido. A novidade em si não é suficiente. Em geral, são aquelas pessoas que estão sempre divulgando bandas novas aos amigos, são os primeiros a contarem as novidades, são os que sempre aparecem com um filme novo que todo mundo acaba gostando. A luta dos betas é para se manter na posição de formador de opinião. Afinal, eles querem ditar a moda.

Diante disso, o grande desafio das marcas é entender bem a diferença entre esses dois perfis e a relevância de cada um na categoria ou produto em questão. Só assim será possível traçar objetivos e estratégias bem direcionados, capazes de estabelecer conexões emocionais com cada um deles. Afinal, ambos tem um papel que, apesar de distinto, é fundamental. Estudar bem esses pontos na hora de planejar pode fazer a diferença no resultado de qualquer campanha.

Fonte: CHMKT

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quarta-feira, 24 de junho de 2009

O último ano do Universo Paralello

O Universo Paralello em sua edição especial de 10 anos convida a todos para mais uma vez celebrar o ano novo na encantadora praia de Pratigi, entre os dias 29/12/2009 a 03/01/2010.

Pelo sétimo ano consecutivo o festival será realizado na Praia de Pratigi, município de Ituberá – Bahia. Localizada a 160 km ao sul de Salvador, capital da Bahia, Ituberá situa-se na privilegiada posição entre a Ilha de Boipeba e a península de Barra Grande, dois dos principais cartões postais do Brasil.

Tomados por uma alegria única começamos a preparar a festa de 10 anos do Universo Paralello. Um encontro que pretende resumir todo o encanto de uma década de celebração entre amigos, cercados de arte, cultura alternativa, natureza e muita música. Os 10 anos UP serão comemorados em novo espaço. Uma área inédita dentro da mesma fazenda de sempre, que vai garantir maior segurança ao festival, mantendo toda beleza baiana da Costa do Dendê. Tudo será novidade: a disposição das pistas, nova decoração, praças, feiras, campings, banheiros e chuveiros, assegurando o mesmo tamanho dos espaços assim como a qualidade das estruturas.

No clima de despedida começa agora a festa de 10 anos do Universo Paralello e você é parte fundamental nessa comemoração. Será a ultima edição do festival na região que carinhosamente nos acolheu durante esses anos. Depois de uma série de negociações entre o UP Crew e o poder público de Ituberá ficou decidido, em comum acordo, que essa será a última edição em Pratigi. Vamos então fazer desse encontro um grande ritual, fechando assim um ciclo de muita alegria, confraternização e aprendizado junto ao próximo e a natureza, onde os ritmos se multiplicaram e as sensações se unificaram numa só frequência.

Iniciaremos a venda dos ingressos dia 1º de setembro. A partir de agosto todos os pontos de vendas, agências de viagem, excursões e pousadas estarão anunciados em nosso site.

Em breve mais informações detalhadas sobre os preparativos e atrações desse grande encontro.

Fonte: UP Crew.
www.universoparalello.art.br

Não sabe como ir?
Acesse www.turbalada.com.br e conheça o mais completo double deck que sairá da capital paulista com destino ao festival.

Contatos: messenger@turbalada.com.br (msn)
(11) 8207-5384 (Kadu)

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Comunicado Oficial: Tribe Rio de Janeiro

A Tribe informa ao público que acompanha e prestigia a festa por todo o Brasil, que a edição que seria realizada no dia 25 de julho no Rio de Janeiro não foi cancelada, mas sim adiada para o dia 03 de outubro, em função de divergências entre a produção do evento e a direção do local onde seria realizada a festa (Rio Centro).

Pela demora na solução do impasse, a produção entendeu por bem adiar e recolocar o evento em sua data tradicional no Rio, que é outubro. Outras opções de locais à altura da festa já estão sendo levantadas e em breve será divulgado um novo local, caso não haja uma solução no próprio Riocentro. 

No entanto, o público carioca já pode se agendar para a celebração da paz na 4ª edição da Tribe Rio em 03 de outubro de 2009. Mais informações sobre local, line-up e ingressos serão publicadas em breve no site oficial – www.tribe.art.br.

Por: Bruna Armani - Grupo No Limits

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