Seleção de algumas fotos tiradas na primeira Tribe de 2009.
Kalyl Moreira nasceu na histórica cidade de Poços de Caldas (MG) e atualmente reside em Navegantes (SC). Foi com seus 15 anos de idade que começou sua história com a música, atuando em diversas bandas como guitarrista e vocalista.
No ano de 2006 foi quando começou a estudar produção de música eletrônica juntamente com seus amigos, que acabou dando origem ao projeto Alkaline (fullon). Logo em seguida, no ano de 2007 lançou seu projeto solo Cherokee (fullon).
Em 2008 buscava novas experiências com a música eletrônica em um novo Live, que mescla estilos comotechno, house, minimal, electro e trance.
Neste ano Kalyl lançou seu primeiro álbum com o projeto Cherokee, "Time 4 Dance" pela gravadora Alemã Psytropic Records, disponível no Beatport. E também seu primeiro Promo na internet com o projeto Kalyl Moreira "Everybody as One".
Myspace........: http://www.myspace.com/cherokeebr
Everybody as One
Tracklist:
01. Connecting
02. Side By Side
03. You're Crazy
04. Hypnosis
05. Be Yourself
06. Blue Light
07. Everybody As One
08. Single Point
09. Stimulation
Links:
Rapidshare: http://rapidshare.com/files/234704679/kalyl_moreira_-_everybody_as_one.rar
Filefactory: http://www.filefactory.com/file/ag04821/n/Kalyl_Moreira_-_Everybody_as_One_rar
P.S. Esse album foi "upado" pelo próprio Kalyl.
LEIA MAIS [...] Residente, fundador e produtor da Rave Tribe e do Solaris Festival, referências na cena eletrônica nacional, Dahan pode ser considerado um dos responsáveis pelo boom do trance no Brasil que aconteceu em meados dos anos 2000. DJ respeitado, Rafael vem se apresentado regularmente em importantes clubes, festas e festivais por todo o Brasil, como, por exemplo, a Tranceformation em Goiás, o Universo Paralello na Bahia e Kaballah em Campinas.
Ao lado de seus sócios na Tribe, fundou também a Carambola Records, que além de selo é uma agência de DJs que carrega grandes nomes internacionais em seu casting, como D-Nox, Beckers, Domestic, Ace Ventura, Boris Brejcha, Gabe e Wrecked Machine, Pixel, entre muitos outros.
Dahan tem uma sensibilidade única na discotecagem, conseguindo transitar entre vertentes e trabalhar com BPMs de 127 a 145 sem perder a pista - do minimal ao full on groove, passando pelo trance progressivo e electro house. Foi essa habilidade que o transformou em DJ muito requisitado para fazer a transição entre vertentes nas festas, o que já se tornou sua marca registrada. Na edição de sábado 16 de maio, a abertura da turnê de 2009 da Tribe não vai ser diferente, Dahan fará back-to-back com Du Serena entre os suecos do Ticon e o britânico Fergie.
A festa comemora oito anos do núcleo na ocasião, com uma proposta diferente da habitual, uma dobradinha Tribe Moon & Tribe Light. Trazendo o tema Paz Interior, será a primeira edição da Tribe Moon. Na programação, que conta com DJ e lives, estão Infected Mushroom, Domestic, Ticon, Boris Brejcha e Trotter Live.
Já a Tribe Light, segundo evento sob o conceito, acontece no dia 18 de julho, pedindo Paz no Mundo. O line-up desta vez apresenta nomes como Propulse, Oliver Huntemann, D-Nox, Layo & Bushwacka, Pixel, X-NoiZe, Psysex e Ace Ventura.
Saiba mais sobre a Tribe e Dahan nesta entrevista exclusiva ao portal Skol Beats:
Conte mais sobre o conceito dessa primeira etapa paulista da turnê 2009 da Tribe - Moon & Light? Como foi que surgiu a ideia de fazer a festa temática e o conceito em si? Como isso se refletirá na cenografia e line-up?
Nosso tema central desse ano é a paz, a ideia aqui foi integrar esses eventos para que eles tivessem uma unidade, que eles se complementassem. A noite e o dia simbolizam essa totalidade e por isso surgiu a ideia do Moon & Light, paz interna e paz no mundo. Isso se reflete no horário de cada uma, privilegiando a noite em maio e o dia em julho. Acho que o line-up reflete isso, mas não de uma maneira direta, não é tão objetivo. A cenografia e iluminação acompanham o conceito, mas essa surpresa fica pras festas.
Vocês pretendem seguir esse caminho conceitual nos eventos dos outros estados também? E no segundo semestre, em São Paulo, haverá um novo tema?
O caminho conceitual da maneira como está rolando em São Paulo, Moon & Light, foi dividido em somente dois eventos, será um acontecimento único, inclusive na história da Tribe. Nas edições fora de Sampa como Curitiba e BH nós concentramos forças num só evento, seguindo o mesmo conceito visual e musical. No segundo semestre já começa a gestação de um novo ciclo onde renovamos tudo para a festa de aniversário.
Como foi que você e o Du, seu sócio e amigo, se conheceram? Como foi que surgiu a Tribe? Conte como tudo começou.
Eu conheci o Du em 99, ele tinha voltado de uma temporada na Espanha onde conheceu o Ariel, meu irmão e também sócio na Tribe, e eu acabava de chegar da Austrália na mesma época. Logo na noite em que a gente se conheceu, fomos pra uma festinha bem suspeita, na verdade uma rave bem estranha que eu não entendi até hoje... Chega a ser irônico. A gente se conectou rápido. O Du teve sempre um espírito realizador quando o assunto era reunir os amigos pra escutar música, não esperou as coisas acontecerem. Começaram a rolar festas muito pequenas e despretensiosas na casa de um, no sítio do outro. E em pouco tempo foi se formando uma turma que se conectava com a música e a proposta.
Em dezembro de 2000, uma dessas festas foi marcada num sítio em Itapecerica pela primeira vez chamando "Tribe". Choveu tanto que apareceram umas 50 ou 60 pessoas e a festa aconteceu dentro da sala. Apesar disso, aquele dia foi um marco, consolidou o movimento que estava acontecendo. Na festa seguinte, no mesmo lugar, dessa vez com muito sol, veio bem mais gente e a partir daí não parou mais. Aos poucos foi deixando de ser uma apenas uma "brincadeira" para se profissionalizar, alguns dos colaboradores do início foram tomando outros rumos e nos aprofundamos mais. Cinco dezembros depois, na nossa edição de aniversário, deu 25 mil pessoas, foram anos intensos!
Você é um dos fundadores da Carambola Records. Conte um pouco a história do label. Como foi que surgiu a ideia de fundar um label paralelo à Tribe?
A Carambola surgiu muito naturalmente como consequência do relacionamento sólido que foi sendo construído com os artistas e labels que a gente trabalhava ao longo do tempo. Começamos a representar alguns artistas e a lançar alguns álbuns no Brasil e, com o tempo, isso foi formando raízes e ganhando vida própria, independente da Tribe.
Hoje você tem um case bem eclético e abrangente, não se apegando a estilos. Comente esse fenômeno que também se repete nos line-ups da Tribe.
Sou um inimigo dos rótulos! A essência é a mesma de quando eu comecei... Acredito que sempre toquei e toco musica psicodélica, seja ela entendida como trance, tech-house, minimal ou prog, seja 125 ou 140 BPM. Faz alguns anos que a Tribe reúne gêneros e vertentes bem diversas, na verdade ela difundiu essa tendência na cena open air brasileira, isso não é uma novidade.
Quais são seus produtores favoritos da atualidade?
Stimming, Gabe, Matt Nordstrom, D-Nox & Beckers e Martin Buttrich.
Quais são seus projetos futuros?
O presente exige tanta atenção e energia que está difícil traçar muitos planos, nunca planejei muito, mas quero amadurecer mais como artista e me aprofundar na música como ampliadora da consciência. Minha tese de graduação em psicologia foi sobre esse tema e quero continuar o trabalho, levando de alguma forma mais explícita pra prática, ou melhor, pras pistas.
A crise mundial já chegou a atingir o setor das festas? Como isso está se refletindo na Tribe?
Eu ainda acho cedo pra estabelecer uma relação direta, é uma economia bastante informal que não conta com a medição de indicadores de outros setores onde se fazem análises mais precisas e periódicas. O mercado está sempre mudando, mas não acho que o setor esteja sendo particularmente atingido.
+ info
www.tribe.art.br
www.carambolarecords.com.br
Por: Flavinha Campos - skolbeats
LEIA MAIS [...]O jovem produtor italiano Paolo Lodde, mais conhecido como Dusty Kid, é aos 20 e poucos anos a sensação do Techno atual. Estudou piano clássico desde os seus 10 aninhos e decidiu se dedicar ao eletrônico ainda moleque, com 19 anos, quando lançou seu primeiro single. Teve gigs fantásticas pelo Brasil e hoje acabou de lançar seu primeiro álbum, entitulado A Raver’s Diary, e conta para a Goma algumas curiosidades sobre o seu trabalho.
De onde surgiu a ideia do nome Dusty Kid?
Quando eu tinha 20 anos trabalhava em um selo italiano com Stefano Noferini. Ele tinha um quarto enorme com milhares e milhares de discos velhos. Como eu sempre pesquisava lá ficava com as mãos cheias de poeira, e então veio a ideia do nome. Mas na verdade, Dusty Kid para mim são aquelas crianças nos filmes de Velho Oeste que limpavam as botas dos cowboys.
Suas produções soam mais musicais do que simples tracks eletrônicas. É alguma preocupação que tem quando está produzindo ou é algo natural?
Com certeza é mais espontâneo, provavelmente porque eu produzo como um músico e não como DJ. Definitivamente não estou interessado em tracks nonsense, eu prefiro fazer canções em vez de tracks.
Como a música clássica que estudou influência nas suas produções?
Bem, eu penso que o conhecimento de estudos clássicos ajuda por um lado e atrapalha por outro. Club Music é baseada em fantasias, e não regras melódicas, então você tem que saber usar a cabeça sem poder recorrer muito sobre notas e escalas harmônicas.
A mudança do clássico para o eletrônico foi radical. O que te motivou a isso?
Quando comecei a freqüentar os clubs com meus amigos, aos quatorze anos, instantaneamente senti uma forte atração pela música que ouvia enquanto dançava, e comecei a me perguntar como poderia fazê-la. Então, ganhei um pequeno sequenciador e passei a imitar aquelas sonoridades psicodélicas.
Além da música clássica, quais artistas mais te influenciam dentro da cena eletrônica?
Quando eu era mais jovem, nos anos 90, me interessei basicamente no que Michael Cretu estava fazendo em seu projeto Enigma, e pelas músicas do Chemical Brothers. Hoje existem vários produtores fazendo muita coisa boa. Os meus favoritos são Mathew Johnson e Sleeparchive. Espero ter a chance de colaborar com eles um dia.
Quais equipamentos você costuma levar para as suas performances?
Na verdade só um laptop, um controlador midi Vestax VCM-600, além de outro controlador da Korg. Adoraria me apresentar com todos os meus sintetizadores e alguns outros equipamentos ao vivo, mas já que estou sempre viajando de avião, isso ainda é impossível.
Você pode nos dar um insight de como é o seu estúdio?
Tudo funciona dentro de um Mac Pro, que opera ao mesmo tempo o Cubase 5, com um Uad-2 Card e alguns softwares de sintetizadores. Tenho um controlador Mackie com 24 faders que opera com o Dexter da JazzMutant, e um AudioCard de 24 canais que se liga diretamente ao console Mackie 24/8 para mixagem, e muitos sintetizadores analógicos.
Ouvi dizer que é um fã dos sintetizadores analógicos. Quais são os seus favoritos?
Os meus favoritos são o Jupiter 6 & 8, SH-101, MS-10 e Andromeda A6.
Qual a principal diferença de produzir em um sintetizador analógico e em um digital?
Eu acho que não existe diferença, depende do que você está fazendo. Synths analógicos, por exemplo, dão mais possibilidades de conseguir um som mais quente e redondo.
I Love Richie é uma homenagem ao Richie Hawtin, certo?! O que te atraiu nele ou em sua música que chamou tanta atenção e você decidiu homenageá-lo?
Ele é capaz de produzir música eletrônica sem se deixar influenciar pela tendência do momento, o que eu uso para definir “música atemporal”. Para um produtor eu penso que é a coisa mais importante hoje. Isso permite que tenha sua própria personalidade e sonoridade, dentro de um mar de produtores que sempre fazem a mesma música.
Encontramos um vídeo do Richie na internet tocando algumas de suas tracks. Como se sente em relação a isso?
É realmente muito gratificante. Mesmo que pense que ele não sabe da minha existência.
Como foi a produção do álbum “A Raver’s Diary”?
Eu aproveitei muito o making of. Sempre tive o sonho de fazer um álbum conceitual deste tipo, e foi muito divertido e interessante para eu criar uma visão pessoal de uma rave. A música vai desde tracks com uma linha mais Techno, até as mais melódicas, com viagens psicodélicas que faziam a vibe de trancers mais antigos e guitarras dos anos 60.
Ficou feliz com o resultado?
Sim, com certeza. Foi feito exatamente como eu esperava.
O que acha do público brasileiro?
No começo eu achei os brasileiros não eram tão viciados em Techno, mas depois de um tempo descobri que gostam muito. Sempre que vou ao Brasil fico muito ansioso e feliz. O país está definitivamente entre o meu Top #3 dos preferidos. Vocês têm uma vibe que eu acho muito exótica, provavelmente porque sou da Europa.
Por: Victor Shin - revista goma
Projeto de Lei de senador Azeredo coincide com a aprovação da nova lei antipirataria francesa.
Nesta última quinta-feira 14/maio ocorreu na Assembléia Legislativa de São Paulo um ato público contra o Projeto de Lei substitutivo do senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG) e em defesa da liberdade na Internet brasileira. O ato foi transmitido em streaming para todo o país.
O Projeto de Lei 84/1999 tem como objetivo criminalizar práticas comuns e cotidianas de qualquer usuário da web, colocando em risco a privacidade dos internautas, violando seu direito a livre expressão e vem sendo chamado por muitos como "AI-5 Digital", uma alusão ao Ato Institucional 5, decreto de censura ditatorial emitido pelo regime militar brasileiro na época do Golpe Militar de 1964. Outros já vão mais longe e comparam o Projeto de Lei com a Stazi alemã.
"De acordo com o texto, práticas absolutamente triviais como carregar o seu iPod com músicas, acessar a Web de uma rede Wi-Fi aberta, transferir arquivos via email e até mesmo usar um telefone celular emprestado, passam a ser considerados a priori como crimes. Os cidadãos poderiam ser espionados livremente pela polícia, porque a lei forçaria os provedores a manter registros de todas as atividades online de todos os usuários. Os bancos deixam de ser responsáveis pela implantação de sistemas de home banking seguros. Muita coisa que se discute livremente hoje teria de ser censurada, sob pena de cadeia." (extraído do blog Different Thinker - Mario Amaya: Fique de olho!")
Um dos envolvidos no protesto, o deputado federal Ivan Valente (PSOL-SP), avisa sobre os perigos do tal projeto ter fortes indicações de interesses econômicos: "Estamos vivendo um momento policialesco. A criminalização dos movimentos sociais, criminalização do aborto, e agora a criminalização da Internet. É um projeto nocivo, que tem objetivo claro de interesses econômicos atrás disso. Quem está? Indústria fonográfica, banqueiros, indústria cultural e, evidentemente, as teles". Muitos participantes do ato são incisivos em dizer que a aprovação do projeto aumentaria - e muito - os custos do acesso à web no país.
Isso tudo coincide com a aprovação, nesta mesma semana, da lei antipirataria na França, que também chama a atenção pelo total absurdo de sua proposta.
Segundo a lei, um provedor de acesso pode cortar totalmente a conexão de um usuário que for pego baixando arquivos de forma ilegal. O provedor dará dois avisos ao usuário (dois "strikes") e no terceiro, ele terá seu acesso à web totalmente interrompido por um período de até um ano, sem qualquer necessidade de uma ordem judicial, processo ou mesmo direito de defesa - e mesmo com seu acesso cortado, o usuário ainda terá que pagar pela manutenção do serviço.
O governo francês (Sarkozy é um dos maiores defensores da lei) já se vangloria pelo fato desta nova lei dar origem aquela que é considerada a primeira agência governamental que lida exclusivamente com a caça e punição de piratas online. Entre outros nomes que defendem a lei está o diretor francês Luc Besson.
A nova lei todavia ainda encontra uma forte barreira no Parlamento Europeu, cuja legislação proibe o corte ao acesso à Internet sem que haja uma ordem judicial, e por isso ela não pode se sobrepor ao que dita a legislação européia. Em vista disso, sua versão definitiva ainda será negociada com o Conselho Europeu.
Por: Alisson Gøthz - rraurl
LEIA MAIS [...] A mais nova modinha da internet, sim, o Twitter, não para de trazer novidades. Essa última não é necessariamente um aplicativo desenvolvido pela empresa, mas sim pelo produtor musical Richie Hawtin.
O produtor, DJ e magnata do techno desenvolveu um aplicativo que permite que seus seguidores no Twitter saibam em tempo real o que Richie está tocando em suas apresentações. Isso mesmo, se você quer saber o nome de qualquer música que o top coloca na pista basta acessar o Twitter dele e descobrir o nome.
A cada 30 segundos, a tecnologia padrão de broadcast do Traktor (software da Native Instruments utilizado por DJs nas apresentações) adaptada ao twitter, envia para os seguidores de Richie a informação da faixa que está sendo tocada naquele momento.
Richie Hawtin é produtor e DJ canadense morador de Berlim, e fundador do selo M_nus, que foca seus lançamentos em minimal techno e micro house. O DJ, que está sempre ligado nas últimas tecnologias, já esteve tocando aqui no Brasil diversas vezes, e seu selo M_nus realiza esporadicamente a festa de mesmo nome no club paulistano D-Edge.
Fonte: Essential
Mais sobre o DJ:
www.myspace.com/richiehawtin
www.richiehawtin.com
Destaque na imprensa que cobre música eletrônica na Europa, revela que artistas e produtores juntaram-se para fazer uma música conceito. Até aí, nada de novo. O detalhe é que são mais de 15 artistas, dentre eles Tugg do Basement Jaxx, Howie B e Roger Eno que se envolveram no projeto musical com um cunho ambiental.
O resultado desse trabalho é uma música chillout batizada de "Walk 105", que tem como objetivo promover uma vida mais verde. Portanto, a faixa foi feita especiamente com 105 bpm, calculando que as pessoas dão em média 105 passos por minuto em uma caminhada convencional.
Se quiser conferir o resultado final da track, baixar o arquivo e incluí-la no seu MP3 para suas caminhadas, faça-o gratuitamente clicando aqui
Por: Daniel Cardachevski - psyte
LEIA MAIS [...] Fatboy Slim (foto) está trabalhando em uma nova e ambiciosa empreitada musical, intitulada “The Revolution Project”. O projeto tem como objetivo juntar a tradição da música cubana com as novas técnicas de produção desenvolvidas no oeste. O lançamento está previsto para o dia 9 de junho e a distribuição ficará por conta da Rapster Records.
A idéia surgiu quando os produtores executivos Zack Winfield e Ado Yoshizaki viajaram a Cuba pela primeira vez e foram surpreendidos pela abundância de talentos desconhecidos presentes por lá. Além de novos nomes, participarão também integrantes dos grupos Sexto Sentido e Anônimo Conseio.
O time de produtores capitaneado por Norman Cook (Fatboy Slim) contará com figuras como Guy Sigsworth (produtor da Bjork), Marius De Vries (produtor do Sugarcubes) e os convidados especiais: Roisin Murphy (ex-Moloko) e Orishas. O resultado será, no mínimo, interessante.
Fonte: Fiberonline
LEIA MAIS [...]Não importa se eles são realizados em locais onde o calor é quase febril. Não importa que seja horas de longas viagens – de avião, de carro, de ônibus, ou até mesmo a pé. Não importa que as filas sejam gigantescas e os ingressos caros. Os fãs de festivais acham que esses perrengues são na verdade um dos charmes que os mobilizam até lá.
A rede CNN fez uma lista dos 12 melhores festivais de música em todo o mundo, dos Estados Unidos à Nigéria. As opções misturam todos os gêneros musicais e culturais. Se você é daqueles que adoram arrumar as malas e cair da estrada, aí vão algumas dicas de viagem.
1. BONNAROO
Local: Tennessee, nos Estados Unidos
Data: de 11a 14 Junho
Preço: $235
O festival Bonaroo (gíria de New Orleans para "o melhor das ruas") teve um crescimento vertiginoso nos últimos oito anos, sendo considerado pela revista "Rolling Stone" o melhor festival de 2008.
O Bonaroo é dedicado ao rock independente e mainstream, hip-hop, e grupos eletrônicos. Bruce Springsteen, Phish, e Snoop Dogg entre os grandes nomes dessa edição.
2. GLASTONBURY
Local: Somerset, na Inglaterra
Data: de 24 a 28 Junho
Preço: $255
A história do festival de Glastonbury passa pelos anos 1970, e pelas maiores e melhores bandas do rock. A chuva torna por vezes o local um verdadeiro lamaçal de diversão. O evento conta com mais de 700 atrações por ano, com músicas para todos os gostos. Franz Ferdinand, Blur e Bruce Springsteen são alguns dos nomes para 2009.
3. ROCK AL PARQUE
Local: Bogotá, na Colômbia
Data: de 27 a 29 Junho
Preço: Grátis
O festival Rock Al Parque, fundado pelo ministro da cultura colombiano em 1995, tornou-se a maior festa do rock da América do Sul. Em 2006, 320 mil pessoas estiveram no Parque Simon Bolivar para um fim de semana recheado com as melhores bandas de rock colombianas e nomes internacionais.
4. ROSKILDE
Local: Dinamarca
Data: de 2 a 5 de Julho
Preço $220
Roskilde já é um dos mais míticos festivais europeus e o maior no norte do Velho Continente. Já passaram pelo palco dinamarquês alguns dos maiores nomes da música internacional, como Bob Marley e Bob Dylan. O evento conta com um jornal diário, uma estação de rádio, que funciona 24h, e a maior tenda da Europa, com capacidade para 17 mil pessoas. Este anos o Coldplay, o Oasis e o Nine Inch Nails são as grandes atrações.
5. EXIT
Local: Novi Sad, na Sérvia
Data: de 9 a 12 Julho
Preço: $105
O EXIT foi criado por três estudantes universitários, em 2000, como forma de protesto contra o ex-presidente sérvio Slobodan Milosevic. O festival dedicado aos sons eletrônicos foi considerado o melhor da europa em 2007. Mais de 200 mil pessoas estiveram no EXIT no ano passado, dançando noite adentro nas raves organizadas nos belos arredores da Fortaleza Petrovaradin, um castelo do século XVIII perto do rio Danúbio. Em 2009, Moby, Kraftwerk, e The Prodigy são principais nomes do line-up.
6. THISDAY
Local: Abuja/Lagos, na Nigéria
Datas: não foi divulgada ainda
Este festival foi criado em 2006 pelo editor do jornal "Thisday", Nduka Obaigbena, para comemorar o 200º aniversário do fim da escravidão. Em pouco tempo, tornou-se o maior festival de música e moda no continente africano. O evento, segundo o seu criador, procura dar visibilidade aos progressos da África e encontrar soluções sustentáveis para os problemas do continente. Jay-Z, Rihanna e Usher foram as principais atrações em 2008.
7. FUJI ROCK
Local: Naeba, no Japão
Data: de 24 a 26 de Julho
Preço: $410
O maior festival open air do Japão deve o seu nome ao Monte Fuji, o local onde se realizou pela primeira vez o evento, em 1997. Na última década, o Fuji Rock foi transferido para as montanhas arborizadas do resort de ski em Naeba. Trilhas montanhosas e gôndolas transportam as pessoas de palco para palco; os riachos e as florestas fazem com que o Fuji Rock seja considerado o festival mais bonito do mundo. Este ano, o público terá de caminhar entre as montanhas para ver Franz Ferdinand, The Killers e Weezer.
8.LOLLAPALOOZA
Local: Chicago, nos Estados Unidos
Data: de 7 a 9 de Agosto
Preço: $190
Perry Farrel iniciou o Lollapalloza, em 1991, como uma tournê de despedida para a sua banda, os Jane’s Addiction. Porém o festival se tornou o maior palco grunge na década de 90, mas, depois desapareceu com a virada do século. O festival foi revitalizado em 2005 como um tradicional festival de "fim de semana prolongado", em Chicago. Este ano espera-se 200 mil pessoas para conferir um line-up composto por nomes como Kings of Leon, Tool, Depeche Mode e Beastie Boys, entre muitos outros.
9. BESTIVAL
Local: Isle of Wight, de Inglaterra
Data: de11 a 13 Setembro
Preço:$205
Bestival é o festival da moda, que anualmente realiza uma competição de roupas. No ano passado o tema foi "30 mil freaks debaixo do mar" e 2009 é o ano do "Outer Space". Lily Allen, Massive Attack e MGMT fazem parte do line-up deste ano, de um festival que já assistiu a míticas atuações de Jimi Hendrix ou Miles Davis em 1970.
10. PARKLIFE
Local: Austrália
Data: final de Setembro, início de Outubro
O ’festival de um dia’ dá início aos festivais de verão na Austrália. Os sons dançantes são os que comandam o line-up , com Justice, MIA e Muscles no line-up dos dois últimos anos. Os festivais de um dia são seguido por uma festa oficial "After Life", que dura até às primeiras horas da manhã. Prepare-se para um dia bem longo caso seja uma das 100 mil pessoas que queira participar em um dos concertos Parklife, que acontecem nas principais cidades australianas.
11. WOODSTOCK
Local: Cidade do Cabo, na África do Sul
Data: final do outono de 2009
O nome Woodstock, talvez o mais conhecido no mundo dos festivais em todo o mundo, não saí da memória da África do Sul. Mas na última década, o festival sul-africano com o mesmo nome tem sido o maior evento de música no país, acolhendo uma variedade de bandas conhecidas e promissoras do hip-hop. Este ’novo’ Woodstock pode não ter o tédio é simplesmente uma opção".
12. SUNBURN
Local:Goa, na Índia
Data: Dezembro 2009
Preço: Grátis
O festival de Sunburn foi lançado em Dezembro de 2007 como o primeiro de música eletrônica no sul da Ásia, e recebeu ’gigantes’ como Carl Cox ou John ’00’ Fleming. Localizado em Goa, o festival tem as suas raízes no "Goa Trance". O fundador do festival disse que o Sunburn será sempre grátis. O evento é um dos espectáculos que não se pode perder se por acaso esteja na Índia no fim do ano.
Fonte: Essential
LEIA MAIS [...] Parece que o Império da industria musical está realmente contra-atacando. Depois de um atribulado julgamento dos fundadores do site de torrents Pirate Bay que terminou com uma emblemática condenação à prisão aos réus, incontáveis discussões sobre direitos autorais de clipes e músicas inseridos no Youtube lá no Reino Unido e muito chororô por parte das majors e associações que defendem seus interesses, mais um golpe foi desferido contra o usuário médio da internet.
Ontem, terça-feira 12 de maio, foi aprovado pela Assembleia Nacional Francesa um projeto de lei que prevê punições para usuários de internet que forem reincidentes na prática de realizar downloads ilegais. De acordo com a nova lei, o usuário que for pego baixando arquivos de forma ilegal receberá uma notificação via email. Caso continue ignorando a notificação e baixando mais arquivos ilegais, receberá então uma carta comunicando sobre seu status. Na próxima reincidência, o usuário terá seu acesso a internet proibido por um ano.
Na minha ótica, diversos problemas surgem com essa nova lei. Não ficaram claras (pelo menos para mim) as formas de monitoramento dos usuários para saber quem baixa oquê, nem tão pouco o que se caracteriza como download ilegal ou como exatamente uma pessoa será proibida de acessar a internet. De certo é uma derrota para quem busca a plena manutenção dos direitos individuais perante ao estado. A oposição Socialista Francesa definiu a aprovação do projeto como "um assalto público as liberdades individuais".
Não querendo ser paranóico, mas é definitivamente preocupante quando um número cada vez maior de leis interferem em liberdades individuais, e direitos básicos que nós já estamos tão acostumados (e nem nos damos conta que temos) como o direito ter alguma privacidade e de se comunicar livremente entram na berlinda. De certo, os artistas e a industria cultural como um todo devem ter sua contra-partida financeira por todo o investimento que sempre fizeram. Mas talvez esteja na hora de repensar completamente o acesso a cultura, de uma vez por todas des-monetarizando produtos culturais. Não é esse o grande sentido da democracia?
Por: Thiago Lopes - Goma
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