Devido à grande chuva da semana e especialmente na madrugada e manhã deste sábado, 17.10.2009, os oficiais do Corpo de Bombeiros competente compareceram ao local do evento.
Conforme análise técnica do Corpode Bombeiros CB/CMPR, decidiu-se por ADIAR o mesmo, haja visto o enorme volume de água e o terreno acidentado, que representariam risco ao público.
O evento foi TRANSFERIDO para o dia 24.10 (próximo sábado), no mesmo local, preservando ao máximo a estrutura e line up planejados.
Contamos com a compreensão de todos e acreditamos que esta foi a melhor opção diante da situação e a que melhor garantirá mais uma grande edição da Tribe.
Aguardem maiores informações ou entrem em contato com a organização pelo telefone (41) 3284-3344 - Na segundafeira, à partir do meio dia.
Ramirez já emplacou mais de 20 hits, que alcançaram diversos países. Produtor de electro-house, foi premiado em 2007 como “Melhor Remix” e “Melhor Produtor” pela DJ MAG e no ano anterior como “DJ do Ano” pela iDJ. No Brasil ficou conhecido em 2007 no Skol Beats, balançando a pista com seus remixes para Roger Sanchez ("Lost"), Plump DJs ("Electric Disco") e Bodyrox ("Yeah Yeah"). Nos últimos meses lançou singles em parceria com Underworld, Matt Tolfrey, Mark Knight e Robert Owens.
Olá Leon, em seu myspace vimos que está seguindo a turnê da MIXMAG. A edição especial da XXXPERIENCE está com uma parceria com a revista no palco Portal das Luzes. A revista acaba de ser lançada aqui no Brasil. Em sua opinião o que esta revista representa em seu país e no mundo, e qual o segredo para se lançar uma nova revista num país e adquirir o sucesso? A Mixmag é uma das mais antigas publicações de música eletrônica na Inglaterra e é muito importante por aqui, não só aqui, mas no mundo todo. Muitos se baseiam na Inglaterra para saber o que está rolando na dance music e a Mixmag é um dos maiores referenciais. Ser parte da turnê da revista é uma honra para mim e estou muito orgulhoso de ser um dos residentes da tour, é fato que muitos ao redor do mundo lêem a revista e eles vêem que D-Ramirez é um dos DJs promovidos por ela numa escala mundial. Lançar a Mixmag no Brasil é a prova de que o país tem um grande potencial na cena eletrônica.
Você tocou no Brasil a primeira vez no Skol Beats, como foi? Alguma recordação em especial? O Skol Beats foi incrível e foi minha primeira experiência no caloroso e enérgico Brasil. Havia 20000 pessoas e foi um grande início em terras brasileiras para mim.
A XXXPERIENCE está neutralizando o carbono de toda turnê 2009 e para a edição especial todo material impresso está sendo produzido com papel reciclável e há ainda uma parceria com o instituto Rede em Ação para coletar alimentos não perecíveis. Você já se apresentou em algum evento por uma causa social? Sem cachê? Você colabora de alguma forma para algum projeto social? Tenho participado de alguns eventos de caridade na Inglaterra dando apoio a várias causas e também sou parte de uma equipe de apoio ao tratamento da AIDS na África, é sempre bom ajudar quando podemos.
Existe algum projeto social no mercado de entretenimento em seu país que você acha válido citar? Existe um projeto na Inglaterra sobre os riscos dos altos volumes de som nos clubs e os prejuízos para a saúde. O projeto promove o uso dos protetores nos ouvidos e eu dou apoio a este projeto também.
Você é o rei dos hits, você conquistou 20 top hits que foram tocados no mundo todo. Qual a sensação de ter suas produções tocadas pelo mundo? É pelo fato de minhas músicas terem sido tocadas no mundo todo que pude tocar em países incríveis como o Brasil, e por isso me sinto muito orgulhoso.
O verão na Europa e EUA é famoso pelas festas de música eletrônica, onde tocou que mais gostou? Passei um mês em Los Angeles e de lá fiz uma tour pelos EUA, toquei em clubs como Giant @ Vanguard em LA, The Crobar em Chicago, This is London em Toronto – também vim para o Brasil tocar na Tribaltech em Curitiba a qual foi emocionante! Meu club favorito é o Sankeys em Manchester - UK, é um club underground com uma galera bem bacana.
Atualmente o que anda tocando mais? House, Electro ou Techno? E suas influências? Não toco mais electro, apesar de ser influenciado pelos sons techno, também venho sendo influenciado por um house mais pra cima. Vejam no meu myspace o single com Matt Tolfrey chamado “Bounce To Me”.
Quais as novidades de D-Ramirez para a XXXPERIENCE? Estou muito ansioso com minha viagem para o Brasil em novembro, não posso esperar para ver meus amigos e me apresentar na XXXPERIENCE.
Segundo o Twitter de Roman Boeer, brasileiro usa CDs pré-mixados
Será que o DJ Jesus Luz é uma farsa? Para o DJ alemão Roman Boeer (conhecido como Tocadisco), o namorado de Madonna apenas finge que toca. Em seu Twitter, Roman diz que Jesus usa um CD já pronto e atua como se estivesse mixando as músicas.
"Sou a única pessoa que acha isso horrível? 'Como posso fazer mais dinheiro? Vou fingir que sou DJ?'", ironiza o alemão em seu microblog.
Revoltado, Roman chama Jesus de brinquedo sexual de Madonna e pede mais respeito pelos artistas de verdade. "É hora da revolução!", conclama.
Se isso for confirmado, será que Jesus vai continuar cobrando R$ 18 mil por meia hora de apresentação?
The Imaginarium of Doctor Parnassus, dirigido e escrito por Terry Gilliam, foi o último filme do "genial” ator, Heath Ledger (10 Coisas que Odeio em você-1999; Coração de Cavaleiro-2001; Batman, o Cavaleiro das Trevas-2008).
Sinopse Na Inglaterra dos dias atuais, o imortal e milenar doutor Parnassus (Christopher Plummer), um alter ego humano de Deus que comanda a companhia teatral "Imaginarium" — integrada por um mágico de cartas, Anton (Andrew Garfield), e um anão, Percy (Verne Troyer) —, oferece ao público um espetáculo irresistível através de um espelho mágico, um artefato que dá a seu usuário a chance única de viajar para um mundo fantástico e desconhecido, no qual é possível controlar a imaginação alheia. O poder que o doutor hoje possui lhe fora concedido em tempos remotos através de um pacto com o diabo (Tom Waits). Agora que o aniversário de dezesseis anos de sua filha, Valentina (Lily Cole), está próximo, o diabo volta para receber seu pagamento: a alma da jovem.
Para não perder a amada filha, Parnassus negocia um novo pacto através de uma aposta: Valentina será daquele que conseguir seduzir cinco almas primeiro. É aí que a trupe encontra o jovem Anthony "Tony" Shepherd (Heath Ledger) pendurado num cabo da ponte Blackfriers, em Londres. Depois de salvo, o vigarista com sérios problemas com a máfia russa, excelente contador de histórias e cafajeste sedutor coberto de uma aura misteriosa, se junta ao grupo e embarca numa viagem por mundos paralelos, disposto a ajudar Parnassus a resgatar sua filha. Para passar de uma dimensão à outra, Tony entrará no espelho mágico onde sua aparência muda radicalmente (Johnny Depp, Colin Farrell e Jude Law).
Efeito de atraso da morte de Ledger A produção foi interrompida pela morte de Heath Ledger em Nova Iorque no dia 22 de janeiro de 2008. O envolvimento de Ledger fora um "fator chave" para o finaciamento do filme. Gilliam estava produzindo artes conceituais no momento em que recebeu o telefonema avisando que Ledger havia morido; seu primeiro pensamento foi "o filme está acabado, simples assim." Apesar de a produção ter sido suspensa indefinidamente em 24 de janeiro, de acordo com Christopher Plummer, que interpreta o doutor Parnassus, Giliam, determinado a "salvar" o filme, começou a considerar o uso de CGI (imagens geradas por computador) para fazer o personagem de Ledger mudar sua aparência magicamente, talvez se transformando num outro personagem, para manter seu trabalho final no filme, e, caso o último fosse terminado, o dedicaria a Ledger. As imagens seriam semelhantes às técnicas de transformação vistas em Brad Pitt em O Curioso Caso de Benjamin Button e àqueles empregados em Roy Scheider no lançamento póstumo de Iron Cross.
Envolvimento de Depp, Farrell e Law Os atores Johnny Depp, Colin Farrell e Jude Law foram escalados para substituir Heath Ledger, dando luz à nova ideia de versões transformadas do personagem de Ledger viajando por uma dimensão mágica. Uma vez que o papel teve novamente seus respectivos intérpretes, as filmagens recomeçaram em Vancouver em março de 2008. Depp era amigo de Gilliam e trabalhara com ele em Medo e Delírio e no abortado The Man Who Killed Don Quixote, e fora comparado a Ledger pelo diretor de fotografia Nicola Pecorini. Law era amigo de Ledger e havia sido considerado para o papel de Tony, e Farrell também era amigo de Ledger. Depp, Farrell e Law optaram por conceder seus cachês à filhinha de Ledger, Matilda, que havia sido deixada de fora numa versão antiga do testamento de Ledger,[15] e Gilliam alterou a parte dos créditos que diziam "Um filme de Terry Gilliam" para "Um filme de Heath Ledger e seus amigos."
Mutantes lançam primeiro disco com músicas inéditas desde 1976
Um disco novo dos Mutantes, só de canções inéditas, acaba de chegar às lojas. Não ouvíamos uma frase assim há 33 anos, desde que a mitológica banda paulistana, então contando só com o guitarrista Sergio Dias de sua formação original, lançou o fracote "Mutantes ao Vivo" (1976) --que, apesar desse "ao vivo", não repetia repertório antigo.
A ansiedade gerada por um produto com essa grife, a mais importante da história do rock brasileiro, trabalha contraditoriamente a favor e contra seu lançamento. Ao mesmo tempo em que o selo Mutantes abre portas em todos os cantos do planeta, o respectivo som precisa ser taludo e potente ao extremo para fazer jus ao que se espera dele. E espera-se muito.
É justamente desse mal que padece "Haih... or Amortecedor", o novo álbum da banda --que, desta vez, tem Sergio Dias e o baterista Dinho Leme dos Mutantes originais.
Lançado por enquanto apenas no mercado americano e sem previsão para ganhar edição nacional, poderia ser considerado um bom álbum se sua capa estivesse assinada com o nome de outra banda. Mas vem sob a marca sagrada dos Mutantes e, pobre coitado, precisa responder pelo legado tropicalista de alguns dos momentos mais geniais de Rita Lee, de Arnaldo Baptista e do maestro Rogério Duprat.
Não à toa, "Haih..." é revestido de referências aos Mutantes dos melhores tempos, entre 1967, quando estrearam no Festival da Record ao lado de Gilberto Gil, e 1972, último ano de Rita na banda. Mas tais elementos estéticos, tão característicos daquele momento histórico-cultural, aparecem com certa obsessão no disco de 2009. Parecem ter sido procurados, milimetricamente calculados e decalcados do passado glorioso para o agora.
Como careciam da genialidade amalucada de Arnaldo Baptista (e não dispunham dela), os novos Mutantes foram atrás de outro gênio maluco para colaborar nas letras. Tom Zé assina seis das 11 neste trabalho. E começa o desfile dos clones.
O mesmo clima de "caipirrock" psicodélico de "2001", parceria dele com Rita gravada em 1969, volta sem disfarce em "2000 e Agarraum" --agora assinada com Dias.
O gago de "Qualquer Bobagem", outra parceria original de Tom Zé com os Mutantes em 1969, retorna em "Anagrama".
Agora, só gagueja nas últimas sílabas de cada verso.
O espírito latido de "Cantor de Mambo" é autoplagiado em "Samba do Fidel". "Nada Mudou" remete diretamente a "Fuga nº 2" (1969); "Neurociência do Amor", a "Tempo no Tempo" (1968).
Faltava equivalente para "Minha Menina", o samba rock de Jorge Ben que a banda lançou, com o autor ao violão, em 1968. Entra aqui "O Careca", do mesmo Jorge Ben --agora Jor.
Os novos Mutantes, ficou claro, são muito fãs dos Mutantes originais. Só falta a eles o principal: a originalidade.
A berlinense Ellen Allien teve seus primeiros contatos com a música eletrônica em Londres em 1988. Trabalhou como apresentadora de rádio, produtora, gerente de eventos, até fundar seu próprio selo BPitch Control, há mais de 10 anos. Já lançou 4 álbuns e rodou o mundo, foi residente do Tresor em Berlim e já trabalhou com muita gente famosa como Miss Kittin e DJ Hell. Além de seu selo, Ellen possui a grife “Ellen Allien Fashion” e atualmente é uma das figuras mais importantes da música eletrônica.
Confira a entrevista fresquinha com a Rainha do Techno, alemã, Ellen Allien, certamente uma das atrações mais aguardadas da XXXPerience 13 anos.
Olá Ellen, não sei se sabe, a XXXPERIENCE está neutralizando o carbono de toda turnê 2009 e para a edição especial todo material impresso está sendo produzido com papel reciclável e há ainda uma parceria com o instituto Rede em Ação para coletar alimentos não perecíveis. Você já se apresentou em algum evento por uma causa social? Sem cachê? Você colabora de alguma forma para algum projeto social? Meu projeto social é meu selo musical.
Quais suas expectativas quanto a sua linha de roupas “Ellen Allien Fashion”? “Ellen Allien Fashion” é o meu hobby, não é minha principal ocupação, a qual obviamente é a música. Eu visto as roupas que eu mesma desenho, elas têm exatamente o estilo que gosto de vestir. Se eu puder dividir este estilo com outras pessoas ficarei feliz. No entanto, o propósito da marca “Ellen Allien Fashion” não é estar nos maiores canais de distribuição, e sim estar nos canais certos, onde pessoas que realmente apreciam meu estilo possam encontrar minhas peças. As linhas de roupa que eu lanço são também limitadas.
Você pretende, no futuro, fazer desfiles de sua marca em grandes eventos como Nova York Fashion Week e também ter suas lojas próprias? Não, não pretendo não. Como acabei de dizer, “Ellen Allien Fashion“ é o meu hobby e quero que continue assim. Quero continuar com as edições limitadas que tenho até agora.
E sobre o próximo álbum, você já tem 4 CDs, quando lançará o próximo? Atualmente estou trabalhando muito em cima deste projeto, estou alinhando o conceito do álbum, e devo começar a gravar os primeiros instrumentos e escrever as composições em poucos dias. Estou ansiosa por isso. Estou trabalhando muito também para meu selo BPitch Control, pois estamos assinando com outros artistas e tenho que escutar muitas músicas para selecionar os produtores.
Algum projeto em andamento? Existem alguns bons projetos em curso: o novo remix de Ellen Allien para Uffie/Feadz “Pop the Clock“ (Edbanger records) que sai em breve. No fim do ano um novo (DJ mix) de um dos meus clubs favoritos de Berlim, o “Watergate“, em breve também. Além do CD mix “Best of BPitch Control“ por Ellen Allien que sairá pela gravadora Beams (Japão). Também farei um novo remix da track “Moderat”.
Como seu selo Bpitch Control enfrenta a era digital? Eu sou fã da música digital. Agradeço a era digital, pois os custos de produção enxugaram. Menos trash music tem sido produzidas, e isto obviamente é muito bom.
Quais artistas você tem trabalhado em parceria? No momento não estou com nenhuma parceria.
Atualmente, quais instrumentos você utiliza em suas performances? O CD Player e mesa de efeitos.
Você já foi produtora de eventos, hoje em dia você participa da produção de eventos? Neste ano completamos 10 anos de BPitch Control, estamos organizando muitas Label Parties (festas da gravadora): em agosto no Berghain club, uma festa do Sónar Festival no Nitsa club e no Sasula Festival aqui mesmo em Berlim.
Quais os estilos de e-music dos europeus? Os europeus são amantes do techno. Em alguns países as pessoas tendem para o minimal, outros gostam das percussões e vocais, todo país tem suas peculiaridades e diferenças. E na Alemanha as pessoas gostam de se divertir muito, e dançar durante horas.
E sobre a cena brasileira, que artistas você conhece por aqui? Eu amo a música brasileira clássica como: João Gilberto, Antônio Carlos Jobim e Gilberto Gil.
Será sua primeira vez na XXXPERIENCE, o que está preparando para o festival? Já toquei em alguns eventos no Brasil. Para um festival é sempre bom fazer uma boa mistura de estilos.
A Suprema Corte Argentina descriminalizou o uso de maconha em pequena escala no mês passado, centrando o foco do combate nos traficantes e não nos usuários. A alta corte julgou inconstitucional abrir processos em casos envolvendo o consumo privado de maconha.
A medida da Corte trata de porte de drogas em pequenas quantidades, em situação sem ostentação ou risco para terceiros. Os argumentos utilizados para tirar a punição desses casos são: a proteção da intimidade e da autonomia pessoal (artigo 19 da Constituição); a necessidade de não criminalizar quem é doente e já é vítima do consumo da droga, e uma grande quantidade de tratados internacionais sobre o tema.
(Foto: Cedoc/RAC) O ex presidente Fernando Henrique defende a descriminalização em outros países. Ele faz parte da Comissão Latino-Americana sobre Drogas e Democracia. Além do ex-presidente brasileiro, fazem parte da organização César Gaviria (Colômbia) e Ernesto Zedillo (México). A Ong sugere uma revisão das políticas de repressão às drogas na América Latina, com foco em saúde pública, tratando os dependentes como pacientes e não criminosos, e investindo na prevenção voltada aos jovens, faixa etária onde há o maior número de consumidores.
Fernando Henrique explicou que a sugestão de descriminalização não significa "tolerância". "Reconhecemos que a maconha tem um impacto negativo sobre a saúde. Mas inúmeros estudos científicos demonstram que o dano causado por esta é similar aos do álcool e do tabaco", disse. Ele admite que o ponto é polêmico, mas defende a discussão. "Precisamos quebrar o tabu que bloqueia o debate", reforçou.
As conclusões da comissão, formada também por intelectuais e representantes de diversos setores, devem ser apresentadas na próxima reunião das Nações Unidas (ONU), em Viena, na Áustria. O encontro tem o objetivo de avaliar as políticas de drogas em todo o mundo.
No Brasil Carlos Minc (ministro do meio ambiente) também mostrou sua opinião, e em grande estilo. Dançando ao som da banda “Tribo de Jah” apoiou a descriminalização na Argentina. Em um vídeo postado no Youtube Minc começa sua fala defendendo a Amazônia, em seguida defende a descriminalização da maconha sem citar a palavra: “Outro recado. Ontem [sábado 5/9] a gente venceu, 3 a 1 na Argentina. Só que tem outro placar que a gente está perdendo da Argentina. Os juízes descriminalizaram. O usuário não é criminoso. E esse jogo a gente está perdendo aqui. Nós vamos virar esse jogo, acabar com a hipocrisia”.
Na internet blogs e sites ajudam a difundir o que a imprenssa parece tentar omitir. Como o próprio FHC disse, precisamos romper a barreira social que implica este assunto e debater a descriminalização. Se não continuaremos vendo usuários sendo tratados como marginais, enquanto vemos nossos vizinhos discutir abertamente o combate ao trafico e ajuda ao dependente.
Iniciativas como a marcha da maconha devem ser cada vez mais incentivadas, já que parece ser uma das únicas formas vistas e divulgadas pelos grandes veículos de massa. Se você é a favor da descriminalização (como eu), ou contra. Manifeste-se, mostre sua opinião. Afinal se não cobrarmos uma posição de quem supostamente está acima de nós, não teremos argumentos para cobrar ou contestar suas decisões depois.
Fugindo totalmente do assunto sobre música, DJs e festas li hoje no "”Estadão” esse artigo escrito pelo jornalista Eugênio Bucci*. Vale a pena a leitura para entender um pouco da relação jornalista x fonte.
O primeiro compromisso de um jornal é com o leitor, não com as autoridades. O episódio do vazamento ilegal da prova do Enem serve de mais uma ilustração preciosa desse princípio, às vezes tão desprezado. Ao ter acesso a uma cópia da prova que estava ilegalmente em poder de intermediários interessados em vendê-la ao jornal, de forma criminosa, por R$ 500 mil, o Estado procurou imediatamente o MEC. Fez o certo.
O objetivo dos repórteres não era ajudar o ministro, mas confirmar a autenticidade das questões. Tratava-se de uma verificação obrigatória. E se tudo não passasse de mais uma dessas encenações conspiratórias que, vez por outra, despencam nas redações? Desta vez, o caso era realmente grave. O ministério concluiu que as questões de fato correspondiam à prova que seria aplicada no domingo e, ato contínuo, adiou o exame. Também o MEC fez o certo.
De sua parte, tendo comprovado o vazamento, o jornal publicou a notícia devidamente checada, já informando o adiamento do Enem. Cumpriu a sua função. E, ao checar a informação, não apenas informou adequadamente a sociedade, como acabou alertando o próprio MEC. Com isso, 4 milhões de jovens foram poupados do desgaste de se submeter a um exame que seria anulado.
Fora isso, jornalistas não são policiais. Não são linha auxiliar de investigações criminais. Prestam contas e informações ao público e apenas ao público. Nenhuma autoridade deve esperar que um profissional de imprensa diga a ela o que não dirá ao leitor. Jornalistas dispõem da garantia constitucional do sigilo da fonte, sem o qual o exercício cotidiano da reportagem seria impraticável.
Daqui para a frente, esclarecer como é que uma prova tão importante e sigilosa saiu dos cofres oficiais e foi parar na mão de trambiqueiros é uma tarefa da polícia, do Ministério Público, do Judiciário. Não da imprensa. Esta cumpriu seu papel ao noticiar que um crime foi cometido sob as barbas da administração pública.
As reportagens podem e devem, sim, ajudar a Justiça - mas aqui estamos falando das reportagens efetivamente publicadas, não das informações ainda não confirmadas que os jornais, segundo a melhor tradição ética, preferem reservar. Os sigilos da imprensa - como o sigilo da fonte - são o que o nome já diz: sigilos da imprensa.
Do mesmo modo, o sigilo de uma prova do Enem deve pertencer ao âmbito das autoridades educacionais - e de mais ninguém. Tal seria se a imprensa se visse forçada a guardar um sigilo que não é dela e em vez de noticiar um vazamento criminoso se esforçasse em abafá-lo ou ocultá-lo. Se agisse desse modo, um jornal se voltaria contra os interesses da sociedade. A função da imprensa é contar para todo mundo o que descobre de relevante. Ponto.
Por sorte ou aprendizado democrático, o Poder Executivo não tem pedido a jornalistas que guardem os segredos que descobrem na administração pública. Tal pedido seria um disparate. Por azar ou atraso democrático, o Poder Judiciário, às vezes, age de modo oposto. Ainda há desembargadores que impõem a jornais o dever absurdo de silenciar sobre segredos de Justiça - mesmo quando a imprensa os descobre no exercício legítimo da reportagem e quando esses segredos são de alto interesse público.
* É jornalista e professor da ECA-USP Fonte: O Estado de S. Paulo - 02/10/2009
Ultimamente é cada vez mais difícil se diferenciar na cena da música eletrônica, os DJs e produtores se reinventam, criam vertentes, vertente da vertente, apresentações ao vivo com variados instrumentos musicais, entre outros.
A bola da vez são as máscaras que prendem a atenção do público dando um ar teatral as suas performances. As primeiras máscaras datam da pré-história quando representavam figuras da natureza em cerimônias religiosas. Já no século XXI os DJs exploram este adorno com muita irreverência nos palcos, a exemplo temos: Deadmau5, Boris Brejcha, Krome Angels, Dr. Lektroluv.
Dr Lektroluv virá ao Brasil pela primeira vez em novembro, ele é um dos artistas mais singulares da cena eletrônica da atualidade, lançou 10 coletâneas mixadas nos últimos 7 anos. O personagem verde surgiu em uma de suas aparições na noite 'Body To Body', no Culture Club (Ghent, Bélgica) e teve como consequência natural a residência na noite, onde recebeu convidados como Miss Kittin, Tiga, Ellen Allien e Digitalism. Já se apresentou em eventos como Awakenings, I Love Techno, Dance Valley e Sensation.
Dr. Lektroluv e Krome Angels se apresentam dia 14 de novembro na XXXPERIENCE EDIÇÃO ESPECIAL 13 ANOS.
Confira o Bate Papo com Krome Angels:
Headliners incontestáveis do maior festival de música eletrônica do Brasil, o trio Krome Angels, formado pelo inglês Dino Psaras, pelo francês Dado e pelo holandês Shanti, concederam uma entrevista para a XXXPERIENCE 13 ANOS. Confira!
No CD EXCLUSIVO que a XXXPERIENCE brindou o público no XXX DAY, há duas faixas do Krome Angels: “Rehabs For Quiters” e “Bounce”. A primeira já havia saído nos CDs das edições Rio e Curitiba. Já a track “Bounce” não... É nova? Falem-nos sobre ela. “Bounce” é uma track novinha que estará em nosso segundo álbum, ainda em produção.
Vocês já vem se apresentando em boa parte das edições da XXXPERIENCE, sempre como atrações principais. Que edição da festa foi mais empolgante pra vocês? Todas XXXPERIENCEs que tocamos tiveram suas singularidades, sempre com uma estrutura de alto padrão, e todas foram muito divertidas.
Depois do debut álbum “Modern Day Classics”, como tem sido a rotina de produção musical de vocês? Já pensam numa segunda obra? Qual a previsão de próximos lançamentos? Estamos produzindo nosso segundo álbum, que está saindo melhor do que o planejado. Também lançaremos um selo próprio “KromePressings”.
Hoje que já se completa mais de dois anos de projeto, o que vocês têm a nos dizer sobre a experiência de se apresentar com máscaras? O feedback compensa o suor no rosto durante as apresentações? O suor compensa muito, as máscaras são um pouco inconvenientes, porém sabemos que o público adora. Vestiremos novos ternos do top designer Gresham Blake que estão sendo customizados por nós, faremos também novas fotos produzidas pelo lendário fotógrafo David Ellis que já trabalhou para Justin Timberlake, REM, Outkast, Chemical Brothers, Robert Plant, Fatboy Slim.