quarta-feira, 3 de junho de 2009

(fotos) Tribe Belo Horizonte - 30.05

No último sábado (30) aconteceu em Belo Horizonte a segunda Tribe do ano – a primeira foi a Tribe Moon, realizada em São Paulo no mês de Maio – decidi enfrentar as 16h de ônibus que separam Curitiba da capital mineira para conhecer um pouco das festas e do público lá de cima.

Veja algumas fotos....

Mais:
www.hleranafesta.com.br
www.portalmivi.com.br

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terça-feira, 2 de junho de 2009

(entrevista) Layo & Bushwacka

Layo Paskin e Mathew Bushwacka são os ingleses ex-proprietários do lendário club The End. Bushwacka é um percussionista formado pela Escola da Orquestra Sinfônica de Londres, enquanto Layo iniciou sua carreira no mundo da música através do acid house, no fim dos anos 80. Em 1990 começaram a produzir juntos arrematando residências em clubs no mundo inteiro.

Os ingleses ficaram conhecidos por incorporar em seu som diversos elementos como jazz, techno, pop e até ópera! Recentemente lançaram o seu novo single “Dromederie”, que tem como principal característica a direta influência da música espanhola e de elementos da música flamenca.

Confira a entrevista cedida a Tribe!

Pesquisando sobre vocês no myspace, escutamos suas músicas e percebemos que são tracks bastante estilosas, vocês têm ótimas influências. Quando escutamos sua música imaginamos pessoas lindas dançando em frente a vocês. Descreva um pouco sobre suas produções e o público que segue seu trabalho.
O que você quer dizer com estilosas? Com classe, é isso? Muito obrigado pelo elogio… Nós gostamos de fazer música com sentimento, com uma visão de nós mesmos, mas também buscando saber o que vai funcionar nas pistas para fazer o público dançar. Acredito que o público que conhece nosso trabalho, através dos álbuns e singles, sabe que fazemos algo com qualidade e de corpo e alma.

O single “Dromederie” tem influências da música flamenca e espanhola, nos conte sobre como você mistura tudo. Quais as influências para produzir este single?
Esta track realmente tem influências da música flamenca, amamos este ritmo e inserimos os padrões da castanhola na batida eletrônica. Isto proporciona uma incrível base para o resto da faixa, pretendemos fazer outro mix desta série. As influências vêm das viagens que fazemos em países latinos.

Como vocês vêem a cena eletrônica em Londres? Quais os clubs interessantes por aí? Existe alguma rave ainda em Londres?
Londres está sempre mudando, nos últimos 2 anos houve o fechamento de alguns clubs por diversas razões e o club The End, do qual éramos sócios, fechou pois haviam muitas Warehouse Parties acontecendo no leste e no sul de Londres. Mas é claro que ainda existem grandes clubs mas não onde existe o grande movimento da música eletrônica, de qualquer forma há muitas novas casas que estão para inaugurar em breve. Raves também têm, mas não como antigamente e não como a Tribe por exemplo.

“The End” não existe mais, por que escolheram este nome? Quando criaram o nome já sabiam que o club iria fechar em dez anos?
O nome foi criado por uma pessoa que conhecíamos, nós gostamos da singularidade deste nome, fechamos o club depois de 13 anos e não 10, e não sabíamos que iria fechar numa data específica, achávamos que duraria até menos tempo, mas foi uma jornada incrível.

Vocês começaram a tocar em 1990, na opinião de vocês, quais as grandes mudanças no mercado da e-music até os dias atuais?
Bom, a principal mudança é o modo como as pessoas compartilham e compram as músicas. Isso mudou completamente a indústria fonográfica, em 1990 não podíamos imaginar que em questão de segundos poderíamos enviar pela internet nossa última produção para Londres inteira, para todo Brasil, para o mundo todo! Hoje em dia quando viajo tenho em meu laptop mais de 6000 tracks disponíveis para eu tocar. Imagine tudo isso em CDs? Impossível!

Para a próxima turnê no Brasil, o que estão preparando?
Nós tocaremos somente músicas de nossa autoria e estamos preparando várias tracks inéditas, será um show único e muito especial.

Por: Bruna Armani - Grupo No Limits

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segunda-feira, 1 de junho de 2009

Tech-house quer dizer o que mesmo?

Lá pelo meio dos anos 90, o veterano DJ londrino Mr. C (na foto ao lado) inventou um novo termo musical: tech-house.

"O tech-house é o último bastião da cultura acid house. A vibe toda é sobre algo novo, algo inovador, um pouco eletrônico, novos sons, novas sensações, tudo é possível. Não existem fronteiras. Isso é que é bom no gênero tech-house. Ele pode ser hard techno. Ele pode ser breaks. Ele pode ser electro", disse Mr. C numa entrevista em 2000.

Nos dias de hoje, o termo "tech-house" está na boca do povo como nunca esteve. Sim, porque tech-house pode ser antigo, mas ele nunca foi gênero "de massa". Sempre comeu pelas beiradas.

Só que o contexto é outro: tech-house é usado como grife mais do que como um manifesto ou conceito. Do mesmo jeito que se usava "electro" há alguns anos para tudo que era menos "bombator" e de BPM mais baixo, posto depois ocupado pelo termo "minimal", o lance agora é chamar tudo de "tech-house".

AR DE CONHECIMENTO?

Acho engraçado ouvir as pessoas falando tanto em "tech-house" pra cima e pra baixo, com convicção e ar de conhecimento. Eu, por exemplo, tenho muitas dificuldades em dizer com confiança onde começa e onde termina o "tech-house".

A prova é a seguinte: tente explicar o que é tech-house para alguém com conhecimento superficial de música eletrônica. Meus pais, por exemplo, ou algum amigo fã de rock. Eu consigo explicar para eles o techno. Consigo definir house. Breakbeat e trance, moleza. Agora tech-house é complicado.

Para quem está por dentro da música eletrônica, beleza. Eu diria algo mais ou menos assim: "BPMs na casa dos 130, groove retilíneo e vigoroso, adereços melódicos contidos, influências discretas de techno de Detroit, soul, jazz e eletrônica vintage, uma levada contínua sem grandes picos ou explosões."

Antigamente, eram discos como "Free At Last", do Simon, ou "Future", do Halo Varga. Boa parte das faixas do Circulation, Halo Varga, Terry Francis, Terry Lee Brown Jr., Layo & Bushwacka, Get Fucked, Azad Rizvi, entre outros. Hoje, citaria músicas de nomes como Guillaume & the Coutu Dumonts, Jamie Jones, The Mole, Seth Troxler, DJ T, Nick Curly, Simon Baker e John Tejada.

Mesmo assim, como ficam tantas faixas de house com alguns detalhes mais "techno". Ou tantos techno com uma pegada mais "house". Ou músicas de "prog" que tem um ritmo menos, erm, progressivo e uma leve influência de Detroit. Ou "Amelie", do Butch, no famoso remix do Format B. E o tal do "fidget house" não é também meio que um house "tech"?

Tech-house fase 2009 é a prova definitiva de como as etiquetas de gênero, tão caros à música eletrônica, se mesclaram e diluiram a ponto de não quererem dizer mais nada.

Então, para simplificar, acho que fica mais fácil fazer como todo mundo está fazendo: é tudo "tech-house", "O Som das Pistas Eletrônicas do Momento".

U-hu!

TECH-HOUSE ONTEM
Get Fucked - De Icing

Halo Varga - Future

Simon - Free At Last

Circulation - Red (A)

TECH-HOUSE HOJE
Sety - Mogane (Guillaume & The Coutu Dumonts remix)

Seth Troxler - The Student (Seth Troxler remix)

Jamie Jones & Simon Baker - Kaskazi (Original Mix)

Nick Curly - Say Something

Por: Camilo Rocha - rraurl

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Responsabilidade Social é a nova bandeira das raves

Ecologia, educação, alimentação e saúde são algumas das causas adotadas por eventos no mundo inteiro, e principalmente no Brasil

Nesta época em que ecologia e filantropia viraram preocupação de todos, diversos núcleos e eventos tentam minimizar os danos causados à natureza pelos homens. Através de suas baladas, ou se mobilizam para ajudar as populações de comunidades carentes próximas aos locais das raves, ou apoiam entidades que auxiliam no combate a doenças. Como, por exemplo, o grupo de DJs e organizadores britânicos que lançaram o projeto "Around The World in 80 Raves", traduzindo: a volta ao mundo em 80 raves.

O objetivo do projeto é realizar 80 eventos globais ao longo do segundo semestre, contando com 16 nomes de peso. Cada artista dará som em cinco festas. Os fundos angariados serão doados para o Cancer Research UK, o centro de pesquisa do câncer britânico.

Aqui no Brasil os núcleos de festas locais procuram ajudar como podem. Dá pra citar a rave Respect, que conta com a ação direta na pista de dança dos Reciclowns, grupo de palhaços que recolhem o lixo do dancefloor e educam o público com muito bom humor e palhaçadas. Eles têm por objetivo "distribuir mensagens de luz e amor e pedir respeito ao meio ambiente" - o que, segundo os Reciclowns, começa jogando o lixo no lugar certo.

Cortesia social
Já o Grupo No Limits, responsável pela organização das maiores raves e eventos ao ar livre do país, como Tribe, XXXPERIENCE, Orbital e Chemical Music Festival, entre outros, criou sua própria rede de responsabilidade social. A Rede Em Ação é um projeto que tem como pilares a educação, o combate à fome e a luta ambiental.

Grandes festivais são realizados em diferentes estados brasileiros, e destinam suas arrecadações para a Rede que distribui os alimentos, árvores e fundos dentre as ONGs e entidades regionais.Através das "cortesias sociais", arrecadadas nos eventos por 10 reais na pista e 20 na área VIP, os frequentadores podem colaborar.

Dentre as entidades e ONGs que recebem o auxílio da Rede Em Ação estão a Coeso - Sorocaba /SP, Funssol, Fasam, Sabapira - Itu/SP, Coeso - Belo Horizonte/MG, Prefeitura de Pirapora do Bom Jesus, Novas trilhas - Pirapora do Bom Jesus/SP, Aliança de Misericórdia - São Paulo/SP e IBDN. Para se ter ideia de números e contribuições que essas ações geram, numa festa de 10 mil pessoas são arrecadadas cerca de oito toneladas.

Carbon free
Já em eventos maiores com 20 mil, eles recebem em torno de 16 toneladas. Além da cortesia social, na última edição da XXXPERIENCE em Curitiba, que atraiu 15 mil pessoas, o núcleo realizou um trabalho junto ao Instituto Brasileiro de Defesa da Natureza (IBDN) para neutralizar sua emissão de gás carbônico durante a festa investindo no plantio de cerca de 800 árvores.

O cálculo foi feito pelo biólogo e avaliador ambiental Luis Menegat, do IBDN, com base em um Fator de Fixação de carbono das florestas do Paraná. O próximo passo do projeto é a XXXPERIENCE na Costa do Sauípi, entre os dias 2 e 5 de julho, onde uma ação semelhante será posta em prática.

+ info:
www.aroundtheworldin80raves.co.uk
www.redeemacao.com.br

Por: Flavinha Campos - skolbeats

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quinta-feira, 28 de maio de 2009

Liberdade da diferença, liberdade da experiência, liberdade da diversão!

Natureza e tecnologia, música eletrônica e música brasileira, referências passadas e concepções de futuro, imagens produzidas ao vivo e registros audiovisuais, o mainstream e o underground, o campo e a cidade. Deixando de lado as diferenças como empecilhos para relações, a TRIBALTECH detona distâncias através da música eletrônica e se apresenta com um novo formato: o de Festival Multicultural.

A multiculturalidade pode ser uma chave para pensarmos o mundo hoje. Graças às diferentes tecnologias de transporte e de comunicação, fronteiras se diluem e culturas se interpenetram. Fronteiras físicas deixaram de ser fronteiras culturais. Os novos meios de transporte nos permitem assistir shows ao vivo de pessoas que vivem e trabalham do outro lado do mundo. Quilômetros de terras, cordilheiras e oceanos não separam as imagens dos espetáculos televisionados do espectador. Diferentes culturas coexistem na internet colocando o mundo a nossa disposição através de computadores e celulares. E assim temos a consciência de que não apenas coexistimos no mundo com inúmeras outras pessoas e culturas como também desejamos conhecê-las e trocar com elas ritmos, tecnologias, influências... Nos tornamos uma grande tribo tecnológica multicultural.

E dizem por aí que se existe um país onde historicamente diferentes culturas e formas de expressão convivem, trocam e se transformam de forma intensa, este é o Brasil. Outro lugar contemporâneo privilegiado para tais experiências são as grandes cidades. Em um simples passeio pelas ruas podemos encontrar evangélicos, góticos, punks, hippies, skatistas... Nos carros, i-pods e lojas ouve-se de sertanejo ao rock, de samba à música eletrônica...

A TRIBALTECH estabelece-se neste contexto como espaço aberto e privilegiado para a manifestação plena da multiculturalidade ao se tornar um festival onde não existirão fronteiras entre as mais diversas expressões artísticas e culturais – uma confluência de territórios, um terreno fértil para as mais inspiradas misturas e ousadas experimentações. Em sua intensa programação múltiplas possibilidades e potencialidades da arte serão levadas às últimas conseqüências, criando um ambiente lúdico, criativo e, acima de tudo, divertido.

Mais que uma seqüência de apresentações musicais, a TRIBALTECH será uma experiência cultural na qual será possível contemplar e participar da convivência entre as diferenças, onde o mergulho nas múltiplas culturas será praticamente inevitável. Experimentar a diferença é experimentar a liberdade. A música eletrônica será o carro-chefe de um caldeirão onde também borbulharão a música brasileira, o cinema, o teatro e o circo. As artes visuais, a videoarte e a performance são outros futuros ingredientes dessa receita explosiva.

A idéia de multiplicidade estará presente também na estrutura do evento: nesta próxima edição a TRIBALTECH contará com um parque de diversões exclusivo e 05 tendas garantirão espaço, simultaneamente, às diversas manifestações musicais e artísticas que farão da TRIBALTECH um dos maiores festivais do Brasil ao oferecer ao público a chance de experienciar novas sonoridades, de conhecer o trabalho de artistas de diferentes vertentes e de flertar com novas possibilidades de diversão. Tudo isto sem descuidar do social e do meio ambiente: a coleta seletiva do lixo garantirá uma complementação na renda de diferentes famílias e centenas de quilos de alimentos (além de valores em espécie) serão doados para entidades assistenciais.

Numa época onde a tecnologia permeia todas as esferas da sociedade mundial, conectando pessoas, gerando novas formas de relações, democratizando o acesso à informação e ao conhecimento, a TRIBALTECH abre sua estrutura para a produção artística independente, fruto das mais inovadoras tecnologias digitais. Através do Concurso Multicultural, músicos, cineastas e videomakers (amadores e profissionais), e todos aqueles que se utilizam da arte tecnológica para expressar suas idéias e sentimentos podem mostrar seus trabalhos dentro da programação do evento. A interatividade será uma das marcas da TRIBALTECH, onde todos – artistas e não-artistas – encontrarão espaço para a livre expressão de sua arte.

A TRIBALTECH assume, assim, a sua vocação multicultural lançando tendências, unindo opostos, reunindo pessoas e criando um espaço livre com responsabilidade social: liberdade da diferença, liberdade da experiência, liberdade da diversão!

Fonte: Tribaltech

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Caravana da Coragem comemora três anos com noitada especial

Ideia que começou timidamente no Orkut, mas sem nunca desligar da tomada, reúne hoje multidão de festeiros em SP e começa os preparativos para a balada de aniversário que rola dia 10 no Vegas.

"Os corajosos foram se multiplicando como gremlins, e em poucos meses eram mais de 300". Assim nasceu a comunidade virtual que resultou na festa Caravana da Coragem há três anos, conta a organizadora do projeto Dani Vargas. E quando ela fala em gremlins é porque o título da festa vem do episódio The Ewok Adventure: Caravan of Courage (1984) da série Star Wars.

A caravana que organizava os itinerários pelo Orkut e corria de clube em clube para ouvir os sets do DJ Magal teve sua primeira festa no clube-bar A Torre com uma multidão que não se dissipou nem com a repentina falta de energia elétrica.

Sem desligar da tomada nunca, a caravana festeira comemora aniversário com noitada especial. Na véspera do feriado de Corpus Christi, 10 de junho, eles cantam parabéns-pra-você no clube Vegas embalados pelos lives Elemental X e MixHell - que vai morar no exterior e se despede nessa noite - , além dos DJs Danee, que deixou o Brasil pra fazer carreira na Europa, e Facundo Guerra, dono do Vegas e DJ nas poucas horas vagas.

É claro que Hero Zero (foto), residente da Caravana da Coragem, prepara long set especial "que começa por volta da uma hora e só Deus sabe a hora que acaba", revela ele. Mas será que Deus sabe mesmo quando essa gente se despluga?

Modismo não tem vez
Pode ser techno, new disco, electro, house, minimal, blablablá, que os corajosos não saem da pista. "Não nos prendemos a uma linha, sempre fizemos uma mistura de tudo o que há de bom na música eletrônica. A única regra é não nos prendermos à nenhum modismo", conta Dani.

" Estamos até pensando em fazer uma saudosa edição drum'n'bass!" Pela Caravana da Coragem já passaram de Magal - inspiração da festa - a Renato Cohen, de Leiloca Pantoja a Patrick Lindsay, lembrando ainda de sets históricos como os de Snoopy, Roots Rock Revolution, Database e o alemão Niko Schwind, que fez o alalaô do último Carnaval num set sofisticado e pulsante de puro techno berlinense.

Entre as noites mais interessantes desses três anos de Caravana da Coragem, Dani e Hero citam "a bela apresentação surpresa do DJ Raz Ohara em 2007". Na loucurama da festa também rolaram muitas performances espontâneas. Dani lembra do "wannabe go-go boy tentando tirar a roupa do lado da cabine do DJ e de gente agradecendo o Hero em inglês e quase pedindo autógrafo achando que ele era algum gringo". Hero completa: "essas coisas inusitadas é que fazem a Caravana da Coragem ser sempre tão divertida."

Pra animar ainda mais o povo, Dani abre o jogo e diz que quem mandar e-mail com nome completo pra ela paga apenas 20 reais de entrada. Se joga: caravanadacoragem@gmail.com.

Texto: Ivi Brasil
Fotos: Michelle Martins
Fonte: skolbeats

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quarta-feira, 27 de maio de 2009

Após CMF, Riocentro não deve receber mais festas rave

De acordo com informações publicadas nesta segunda-feira (25) no jornal O Globo, o Riocentro não será destinado mais a raves e todas as festas que estavam marcadas para o local serão canceladas.

Segundo a reportagem, a empresa que administra o Riocentro recebeu muitas reclamações de moradores de áreas proximas incomodados com o barulho provocado pela festa Chemical Music Festival, que aconteceu neste final de semana no Rio.

"Com base nos acontecimentos registrados e relatados por moradores da região no entorno do Riocentro sobre último evento de sábado, a GL Events decidiu suspender a realização de festivais de música eletrônica no local, cancelando inclusive eventos do gênero que já estavam agendados para este ano no espaço. A GL Events entende que a importância da realização de eventos no Riocentro deve estar sempre em sintonia, alinhando os interesses das empresas organizadoras de shows e festivais, público do evento e região próxima", traz a nota da empresa.

Por: Marcelo Fontenele - psyte

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Leia a matéria completa no site do jornal O Globo

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terça-feira, 26 de maio de 2009

(fotos) XXXPerience Ed. Curitiba

Curitiba foi a cidade escolhida para dar o pontapé inicial à tour 2009 de uma das mais conhecidas festas eletrônicas do país - a XXXPerience. Realizada no último sábado (23.05) a festa atraiu milhares de jovens dispostos a enfrentar o sol durante o dia e o frio a noite.

O line up estava recheado de grandes nomes do cenário como Krome Angels, Robert Babicz (que eu achava que era mais magrinho), Audio Jack, Booka Shade, os criadores da XXX Rica Amaral x Feio, os curitibanos Jeje e Stephan e o DESTAQUE da festa TRENTEMØLLER.

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segunda-feira, 25 de maio de 2009

Documentário sobre Acid House

Fãs de Acid House, "it's time to jack" de novo: "They Call It Acid - The story of 'Acid House' culture" é um documentário prestes a ser lançado, dirigido por Gordon Manson, narrado por Robert Owens e com trilha sonora compilada por "Evil" Eddie Richards. Do nascimento da cultura acid house no Reino Unido em 1988 com raízes em Chicago e Detroit ao ataque governamental, sua propagação pelo mundo com os superclubs e as raves, e os DJs daquela era se tornando superstars, parece que toda a história estará lá.

O release oficial diz: "Longe de ser apenas uma cultura de música, moda e drogas, a Acid House quebrou barreiras antigas no Reino Unido, reunindo negros e brancos, ricos e pobres e grupos de hooligans do futebol que antes eram rivais".

O filme também apresenta entrevistas com Adamski, Alfredo, Carl Cox, Colin Faver, A Guy Called Gerald, Larry Heard, Marshall Jefferson, Derrick May, Paul Oakenfold, Robert Owens, Danny Rampling, Evil Eddie Richards, Jesse Saunders, Pete Tong e muitos outros, assim como imagens de clubes e festas ilegais e batidas policiais.

Veja o trailer e visite o site oficial.

Fonte: Boogie Central

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sexta-feira, 22 de maio de 2009

Erro em testes faz cientistas desmentirem efeitos do ecstasy

Desde que o ecstasy tomou os noticiários em todo o mundo, inclusive classificada como a droga do século XXI sempre associada ao universo eletrônico, cientistas desenvolvem testes para conhecer mais sobre os danos da droga.

Essa semana, publicações médicas desmentiram o estudo sobre o consumo de ecstasy, que havia concluído que sua utilização poderia levar à sérios danos cerebrais e também a doença de Parkinson.

Cientistas da Universidade John Hopkins, de Baltimore, descobriram quase por acaso o erro, pois os testes iniciais feitos em macacos possuiam uma droga muito semelhante ao ecstasy nas injeções, mas não era MDMA, fazendo os testes ficarem com resultados diferentes.

Quando detectada a confusão, o ecstasy começou a ser aplicado nos animais ao invés da outra droga e a partir disso os resultados vieram à tona. Na próxima semana os cientistas vão se reunir para publicar uma retratação sobre o engano cometido.

Por: Daniel Cardachevski - psyte

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